Com a mudança de alimentação dos meus filhos de ração para alimentação natural, resolvi comprar um livro de receitas caninas chamado “Cão Gourmet”, da Myrian Abicair. Dentre os pratos já testados, Toddy, Theo, DJ e Paçoca adoraram um bolo para cachorro. Não são nada bobos, né? 😛
Vamos, então, à receita, que é bem simples.
DJ adoooora um bolinhoresolvi compartilhar com vocês essa
Bolo Canino
Ingredientes 400g de abóbora moranga
370g de patê em lata para cachorros (ração úmida)
1 xícara de farinha de trigo integral
2 claras
1 1/2 colher (chá) de fermento químico em pó
Modo de preparo Preaqueça o forno a 350 graus e unte com manteiga uma forma de bolo redonda, média. Ferva a abóbora em um pouco de água, até estar cozida. Deixe esfriar e bata no liquidificador para que se torne uma pasta.
Misture com o patê para cachorro. Adicione a farinha, mexendo bem. Bata as claras em neve, junte com a massa delicadamente e por último acrescente o fermento. Asse por 35 a 40 minutos. Espere esfriar e sirva aos peludinhos :-).
Faz um tempinho que eu não escrevo aqui, né? Então, hoje vou tirar a poeira do blog e explicar como se ensina o comandinho “toca aqui” ou “high five”, como alguns adestradores chamam. Esse comando é muito fofo, depois que você conseguir ensiná-lo ao seu filho cão apresente para sua família e amigos, todos se espantam.
Além de ser bem bonitinho, o “toca aqui” é um comando bacana porque exige mais atenção e desenvoltura do cachorro. Conheço duas maneiras de ensiná-lo, e as duas exigem que o pet já saiba o “senta” (veja como treiná-lo aqui) e melhor ainda se já tiver aprendido o “dá a pata” (veja como treiná-lo aqui).
DJ executando o “toca aqui”e o Toddy admirando *rs*
Se você quiser ensiná-lo a partir do “dá a pata” faça da seguinte maneira: peça o “senta” e, em seguida, o “dá a pata” e recompense com petisco ou carinho. Gradualmente, vá subindo a sua mão e pedindo o “dá a pata” até que ele consiga tocá-la na altura da boca dele, aí o comando já vai ter aparecido naturalmente. Depois é só introduzir a frase “toca aqui”.
A outra maneira, que foi como os meus filhos aprenderam, é posicionando o petisco entre o polegar e o indicador e espalmando na altura da boca dele. Como eles já sabiam o “dá a pata”, institivamente, eles já bateram com a pata na minha mão. Depois que eles tocavam, eu entregava a recompensa. Rapidinho eles aprenderam :-).
Lá no vídeo de cima, eu mostro o Theo fazendo o “toca aqui”. E neste vídeo abaixo, que considero o melhor sobre o tema, um adestrador ensina mais sobre a técnica.
Já fazia algum tempo que planejava assinar a DogLikers, uma caixa customizada de novos produtos para cachorros com envio mensal. As meninas já devem ter ouvido falar nesse tipo de caixa, pois no mundo da beleza elas estão bem populares.
Bem, a proposta é simples. Você preenche um formulário com o nome e a raça do seu filho, sexo, faixa de idade, peso e características de temperamento. Depois escolhe um tipo de assinatura, mensal (R$ 79), trimestral (R$ 75), semestral (R$ 71) e anual (R$ 69). A entrega é dentro de três dias.
A primeira caixa que encomendei fiz com o perfil do Toddy: macho, aproximadamente 3 anos, 15 kg, brincalhão. E recebi com os seguintes itens: uma garrafa de pelúcia da marca Futon Dog & Home, um jornal de pelúcia também da Futon, uma camisa do Brasil da Austore, um osso mordedor da Odontopet e um lenço para limpar patas Higipatas.
De forma geral, eu gostei muito da caixa, especialmente dos brinquedos e da camisa do Brasil (linda!). Eu só dispensaria o lenço para as patas, mas o restante será muito bem aproveitado. A entrega também foi perfeita, dentro do prazo, e os produtos chegaram bem embalados.
Como tenho três filhos, fica muito caro encomendar uma caixa para cada um deles. Aliás, poderia rolar um desconto para quem assina mais de uma caixa. Fica a dica, DogLikers.
Agora, quero testar uma outra caixa chamada Maskoto. Quando fizer isso, conto para vocês e faço uma comparação.
A cerveja brasileira para cachorro. (Crédito: Angélica Pinheiro/Meu Filho Cão)
Quando ofereci pela primeira vez a Dog Beer para os meus filhos há cerca de dois meses fiquei impressionada, tive de separá-los porque houve briga. O Toddy, como sempre o mais esganado, tomou a porção dele rapidinho e atacou as dos irmãos que ficaram bravíssimos. Eles simplesmente amaram a bebida e lamberam até os potes ficarem secos.
Para comprovar se era só uma empolgação inicial, comprei a cerveja canina novamente na semana passada. O resultado foi o mesmo da primeira vez, a galera pirou na bebida, que parece ser tão boa quanto a dos humanos.
A Dog Beer, me explicou o idealizador Marco Melo, foi desenvolvida por três anos numa parceria entre veterinários e especialistas do Centro de Tecnologia de Alimentos e Bebidas do Senai do Rio de Janeiro, único polo de formação de mestres cervejeiros da América Latina.
A cerveja canina, segundo o fabricante, é feita nos mesmos moldes da bebida para humanos (deve estar aí parte do sucesso). Ela tem uma formulação a base de malte, sabor carne e é livre de álcool, claro, e de gás carbônico, que é prejudicial aos peludinhos.
Dogs acima de 4kg podem consumir até uma garrafa por dia, enquanto aqueles abaixo desse peso podem ingerir até meia garrafa. A cerveja pode ser servida gelada ou na temperatura ambiente, de acordo com o clima ou a preferência do seu filho cão. Lembrando que a Dog Beer é um petisco e não deve de maneira nenhuma substituir a água.
Eu comprei a minha no petshop Mondo Pet, do shopping Morumbi, em São Paulo, e paguei R$ 16. No site, há um link Onde Encontrar em que você pode conferir onde a bebida é vendida na sua cidade.
Opinião do Toddy, do Theo e da DJ: Na quinta, vai rolar uma Dog Beer, né?
Porções iguais para não haver briga (Crédito: Angélica Pinheiro/Meu Filho Cão)Theo bebendo sua Dog Beer (Crédito: Angélica Pinheiro/Meu Filho Cão)
Meu sobrinho cão Severino tem sarna negra. (Crédito: Arquivo pessoal)
Quando se fala em sarna canina, logo vem à cabeça aquela doença, causada por um parasita, que provoca uma grande coceira nos cachorros. Apesar de transmissível para os seres humanos, essa sarna tem fácil tratamento. Mas há outro tipo da doença, a sarna negra, menos comum, mas que exige um esforço maior dos donos para que seja controlada.
Conhecida também como sarna demodécica, a doença é provocada por uma superpopulação de um ácaro chamado Demodex canis, e pode se manifestar, segundo artigo da Revista Veterinária, por um distúrbio genético, herança vinda do pai ou da mãe, ou imunológico, queda na resistência do organismo.
Os principais sintomas da doença são perda de pelo ao redor das pálpebras, lábios e cantos da boca. Pode, em alguns casos, também haver perda de pelo no tronco, nas pernas e nas patas. Há também incidência de pele fica vermelha, com escamas e infecções.
A principal forma de diagnóstico da doença é com a raspagem profunda da pele. Para que seja confirmada, é necessário encontrar um número elevado de ácaros adultos ou formas imaturas.
O tratamento, explicou o médico veterinário Ronaldo Lucas, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária, à revista Cães & Cia, é feito com medicamentos à base de ivermectina (e cães das raças Collie, Border Collie, Old English Sheepdog, Afghan Hound, Pastor de Shetland e Pastor Australiano podem morrer se receberem esta substância) e moxidectina, ou feito com banhos com diamidina.
Pode demorar seis meses para os sintomas desaparecerem. A doença, ressalta o médico, fica controlada, mas não há cura. Se houver queda de imunidade, a sarna negra pode voltar a se manifestar.
O caso do Severino – Um dos meus sobrinhos cães, o Severino, sofre com a sarna negra. A doença foi descoberta após quatro meses da adoção. “Desde que o adotamos sabíamos que ele não tinha muita saúde, pois, estava bem fraquinho”, explica minha sobrinha humana Marina Dantas.
O fofíssimo daushund, que hoje tem seis anos, chegou à família quando tinha três meses. E relata minha sobrinha humana “já estava muito judiado pela doença, sem pelos e bem feio”.
Marina conta que inicialmente o veterinário prescreveu alguns medicamentos que não fizeram efeito, e o tratamento eficaz só começou quando ele tinha cerca de um ano.
Hoje Sev, apelido carinhoso do peludinho, toma Ivermectina, usa Advocate e toma banho com Clorexiderm.
A doença, afirma minha sobrinha humana, em nada atrapalha a vida do Sev. “Ele só não gosta muito de tomar os remédios, banhos e ir à veterinária regularmente, como qualquer outro cão”, diz Marina. E porque também digamos tem uma personalidade forte, né, Marina? *rs*.
Vejam como fica a pele do Sev durante as crises. (Crédito: Arquivo pessoal)