Acho que vocês já perceberam que adoro variar os brinquedos que dou para os meus filhos cães. É que, além de já ter lido muito sobre os benefícios das brincadeiras para os cães, sempre penso que chato deve ser para eles ficar sem fazer nada. Afinal, eles não acessam o Face, não veem TV, não leem…
Bem, já ensinei a montar alguns brinquedinhos com material reciclado garrafa, caixa, rolos, mas até hoje não havia comprado um brinquedo que é extremamente recomendado pelos adestradores, o Kong. Trata-se de um brinquedo de borracha resistente, com interior oco onde podem ser colocados petiscos, ração ou material impregnado do odor que o cão deve identificar durante a sua busca.
O legal do Kong é que ele não é apenas um brinquedo, você pode usá-lo para dar parte do alimento diário para o seu filho. Nessa primeira vez, vou utilizar a receita dessa foto ao lado, que peguei no site da Bitcão. Aliás, comprei o brinquedo lá, mas já vi também em lojas como a Cobasi. Vamos lá:
1) Para preencher o buraquinho, eu coloquei um bifinho de carne.
2) 1/3 do kong, recheei com uma mistura de bifinhos e biscoitos picados
3) Em seguida, preenchi o restante (2/3) com uma mistura de patê e ração seca
4) E, por fim, coloquei um dois biscoitões para fechar o buraco maior e chamar a atenção deles. Como se precisasse *rs*.
Fim de ano é hora de botar o pé na estrada. Hoje já é comum (ainda bem!) as famílias levarem seus filhos cães para passar o réveillon longe de casa. Mas o transporte de animais exige alguns cuidados e há regras no Código de Trânsito Brasileiro que definem como levar o bichinho dentro do veículo. O descumprimento rende belas multas e alguns pontinhos na carteira.
Toddy e DJ dentro do carro à espera do irmão. Ainda não estavam com o cinto afivelado, pois o carro estava parado
Por exemplo, você já deve ter visto nas reportagens sobre saída para o feriado cachorros sendo transportados no colo do passageiro que vai na frente. Está errado. A lei diz que é infração “dirigir sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança”. Ou seja, o agente de trânsito provavelmente vai interpretar que carregar um cão no banco do passageiro infringe essa norma. E, vamos combinar, não é seguro. Vai que você está distraído e o bichinho pula no colo do motorista. Já pensou que perigo. Nesse caso, a infração é considerada leve e você pode ser multado em R$ 53,20 e somar 3 pontos na carteira.
Bem, então o certo é carregar o filho cão sempre no banco de trás ou no porta-malas. O Código não fala sobre acessórios específicos, mas há no mercado uma boa variedade deles. São caixas de transporte, assento para cães, cintos de segurança com peitoral e adaptadores de cinto de segurança.
Eu uso um adaptador de cinto de segurança (esse aqui) com peitoral de couro que já tinha. Paguei R$ 17,10 na Cobasi, em São Paulo. Funciona bem. A ideia é deixar sempre a correia do adaptador bem curtinha para que o cachorro não consiga se movimentar muito. Mas, pelo amor de Deus, nunca use esse acessório com uma coleira de pescoço, a chance de enforcamento é grande.
O pet não deve se movimentar muito porque além de perigoso, a lei diz que é vetado “conduzir pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados”. Então, sabe aquela história de deixar o bichinho com a cabeça para fora do carro? Pois é, trata-se de infração grave com multa de R$ 127,69 e 5 pontos na carteira.
Aaah, e o Código ainda diz que que é proibido “dirigir o veículo transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas”. Mas você, como dono responsável, nem cogitou a possibilidade de levar o peludinho no colo ao volante, né? Bem, mas só para você saber, essa conduta acarreta em 4 pontos na carteira e multa de R$ 86,13.
Acessórios para transporte – Parece ser opinião comum entre os adestradores que a caixa de transporte é o meio mais adequado para transportar o pet no carro. Nos aviões, ela é obrigatória.
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No entanto, para você conseguir levar seu filho cão numa boa dentro dela, terá de gastar algum tempinho na adaptação dele. Eu nunca usei, mas acredito que seja uma ótima alternativa mesmo. E você pode colocá-la tanto no banco de trás, quanto no porta-malas, garantindo, claro, que o bichinho tenha ventilação suficiente. Na Cobasi, os preços das caixas de transporte variam de R$ 54 a R$ 219.
Os cintos de segurança com peitoral reforçado também me parecem uma excelente solução, até pretendo comprá-los em breve. Na Bitcão, há um modelo que custa R$ 88,80.
Para os cães pequenos, há também a opção do assento. Na Pet Love, o acessório parte de R$ R$ 59,90.
Hoje eu vou mostrar para vocês mais um brinquedo barato, com produtos reciclados e que faz sucesso entre os peludinhos. Para fazê-lo, você precisará apenas de alguns rolos de papel higiênico, tesoura, fita crepe e petiscos.
Vamos lá**:
Separe os rolos de papel higiênico, quanto mais rolos melhor fica a brincadeira. Dessa vez, eu fiz dois brinquedos com quatro rolos – para o Theo e para a DJ que são mais destruidores – e um com três rolos. Eu só tinha rolos de papel higiênico em casa, mas você pode também fazer com rolo de papel alumínio. É até mais legal para cachorros grandes.
Tampe uma das extremidades do rolo com a fita crepe. Você pode fazer isso também com uma folha de revista ou jornal. Eu prefiro a fita porque ela é mais difícil de rasgar.
Coloque alguns petiscos, também pode ser ração, dentro do rolo e vede a outra extremidade. Faça isso com cada um.
Por fim, amarre todos os rolos com a fita crepe. Aí é só entregar o brinquedo para o fofo ou fofa e garantir bons momentos de diversão.
Toddy se divertindo com o brinquedo
** Eu aprendi a fazer esse brinquedo com o livro “Cão de Família”, que indiquei nesse post.
Há cerca de uma semana a amiga e mãe da Amora, Karina Pimentel, me perguntou se eu conhecia algum protetor solar para cães. O problema é que a Amora é branquinha e tem ficado queimada em dias de sol forte. Na hora me veio à cabeça um produto da Pet Society, mas, infelizmente, após não achá-lo em grandes sites, enviei um e-mail ao fabricante e descobri que o produto saiu de linha. Outro filtro para pets, o SunDog, também não é encontrado mais no mercado.
Fui, então, em busca de informações sobre como donos de cachorros brancos protegem seus filhos em outros países. Nos EUA, existem produtos específicos, como o Epi-Pet Sun Protector, mas mesmo com eles há veterinários americanos que recomendam o uso de protetor solar humano seguindo alguns cuidados:
– Filtro para crianças: os sites Veterinary Medicine e Petfinder recomendam o uso de protetores para crianças. Eles seriam mais seguros do que os formulados para adultos.
– Protetor em loção: segundo a veterinária Carol Osbourne, em artigo para o site veterinary.answers.com, é melhor escolher uma loção. Mais fácil de ser aplicada, o risco da loção cair nos olhos do peludo, por exemplo, é menor. Além disso é mais fácil esfregar loção do que spray na pele do cachorro, separando os pelos.
– Substâncias vetadas: escolha filtros sem parabenos e óxido de zinco. O primeiro, de acordo com estudos, pode provocar câncer e o segundo, se ingerido ou no caso dos cães lambido, causa náuseas, vômitos, febre, entre outros efeitos.
– Não deixe lamber: falando em lamber, você não deve deixar que seu cachorro lamba o produto. O ideal é passá-lo, esfregar bem na pele, separando os pelos, e já sair para o passeio, por exemplo.
– Áreas onde o produto deve ser aplicado: as áreas mais suscetíveis a queimaduras são ponta do nariz e da orelha, barriga e virilha. Então, capriche nesses locais.
– Fator de proteção 15 ou maior: protetores com fator menor do que 15 não são efetivos para proteger nossos pets brancos dos efeitos nocivos do sol. Então, escolha os de 15 para cima.
Bem, essas foram algumas orientações que encontrei em sites sobre pets. Mas, claro, converse com seu veterinário para se certificar se o seu peludo pode mesmo usar um protetor solar infantil.
Vale lembrar que, se possível, é bom evitar passeios entre 10h e 17h durante o verão. Além da pele, as patinhas podem se queimar em contato com o chão quente.
Ah, se alguém souber de algum protetor específico para pets, compartilhe aqui com a gente ;-).
Como uma pessoa que A-D-O-R-A cachorros, não é de se espantar que eu goste de tudo que é ligado ao tema. E o meu item “cachorrístico” favorito é camiseta. Tenho algumas e confesso que queria ter mais.
O legal é que muitas delas são de campanhas ou ONGs. Ou seja, desfilo minha estampa favorita e, de quebra, ainda ajudo os peludinhos carentes.
Bem, vamos lá conhecer minhas peças de moda canina. A DJ vai apresentá-las a vocês.
A minha primeira camiseta foi a “Adote vira-lata”. Foi um presente do meu então namorado e hoje marido. Infelizmente, ele não se lembra de qual ONG ele comprou. Se um dia ele se recordar, volto aqui e atualizo o post.
Depois veio a “Adotar é tudo de bom”, da campanha da Pedigree. Hoje essa camiseta está esgotada. Pedigree volte a produzi-la, por favor. A minha já está até cinza *rs*, compraria outra.
Essa aqui é muito bonita. Comprei no site da Animi, uma grife que reverte parte da renda para instituições que ajudam cães resgatados. O meu modelo com a estampa 2 tem gola canoa e custa R$ 45,90. Estou muito desejando a com estampa 3, que eles lançaram há pouco tempo.
A “Pai de cachorro também é pai” claro que não é minha, foi um presente para o marido. Me arrependo muito de não ter adquirido a “Mãe de cachorro também é mãe” na época. Comprei essa camiseta no site Mãe de Cachorro, mas ela não é vendida mais. Na última semana, entrei em contato com a administradora do site e ela me disse que em breve a marca voltará com novos produtos. Por enquanto, há alguns modelos com uma protetora independente. Quem quiser pode entrar em contato pelo e-mail contato@maedecachorro.com.br.
Outra lindinha. Vi o marido de uma amiga vestindo e me apaixonei. Você pode comprar na Use Huck, custa R$ 69 e tem parte da renda revertida para a ONG Clube dos Vira-Latas.
Essa não é de ONG, mas é muito divertida: um brinde de um cachorro com seu melhor amigo. Ela é da loja on-line Chico Rei.
A última também não é de ONG, mas não recomendo a loja. Comprei 3 camisetas, mas vieram só duas. Uma delas teve problema na fabricação e a loja em vez de me avisar e reembolsar me enviou um produto que não pedi. É mole? Só para vocês saberem a loja é essa sunvibe.com.br.
Ah e não poderia deixar de mostrar a minha camisa de cachorrinho. Adquiri pelo Mercado Livre, com o vendedor Legoth Fashion, e paguei R$ 68,90.