Tirar da rua, cuidar e doar a um tutor responsável = Vitória!

Klint e sua nova mommy, Ana
Klint e sua nova mommy, Ana, no dia da adoção

 

No último post, a gente falou aqui no MFC sobre o que fazer para resgatar um cachorro de rua. Destacamos que ajudar um bichinho abandonado não se limita a tirá-lo da rua. Comprometimento com os cuidados pós-resgate, achar um lar temporário e encontrar uma família responsável para adotá-lo fazem parte das obrigações de quem resgata.

Simples não é, claro. Mas para quem ama os animais de estimação ver esse ciclo ser cumprido é uma grande vitória. Tivemos a felicidade, eu e o meu marido, de cumprir essa missão com um peludinho que resgatamos no dia 17 de abril. Ele estava prostrado na rua do nosso prédio, não conseguia andar e não se alimentava. Estava acompanhado por outro cachorrinho que, aparentemente, o incentivava a caminhar mesmo com dificuldade. Vendo aquela situação triste, nós o levamos ao veterinário e conseguimos um lar temporário para eles. Sim, para eles. Não íamos deixar o outro largado na rua. 

No mesmo dia do resgate, já compartilhei a história do dois no Facebook. Para minha surpresa, já surgiu uma interessada. Uma colega do meu marido viu a foto do então Pipoca e se apaixonou. Porém, antes de alguém adotá-lo, tínhamos alguns compromissos, verificar se ele não havia fugido, dar vacina, vermifugar e castrar. Esse último procedimento deveria aguardar algum tempo, pois ele estava bem debilitado, ao menos uns 3 kg abaixo do peso mínimo.

Bem, no dia 23 levamos o Pipoca para a interessada conhecer no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Seu companheiro Paçoca também foi, afinal a gente sabe que o contato ao vivo é bem diferente e talvez a moça gostasse mais do Paçoquinha. Mas não, ela curtiu mesmo foi o branquinho. Foi paixão à primeira vista!

Klint

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O dia que o Klint chegou à casa nova

Conversamos bastante sobre os prós e os contras de ter um cachorro, como a rotina dela seria impactada e a candidata a mãe de cachorro, para nossa felicidade, fez diversas perguntas, mostrando-se já super interessada em obter o máximo de informações para levá-lo naquele dia. Ela se comprometeu a castrá-lo e adorou todas as nossas sugestões: creche, adestramento e algumas regrinhas a serem seguidas para ensinar aquelas coisas básicas, como xixi e cocô.

E assim foi. O Pipoca, agora Klint, partiu para a nova casa. Hoje faz uma semana que ele ganhou uma nova mãe, a Ana. Foi à veterinária, que pediu exames de sangue, coração e fezes. Se estiver tudo bem, ele poderá ser castrado. Eba! Já tem um passeador, vários brinquedinhos, e a mãe nos contou que quase chorou ao ver a festa que ele fez ao vê-la chegar após o trabalho.

Viva, estou muito realizada! O Klint será já é muito feliz 😀 <3

 

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