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Aniversário da DJ teve bolo e cupcake de cachorro; confira

DJ adorou o bolo de aniversário :-P
DJ adorou o bolo de aniversário 😛

 

A DJ ganhou nesse ano uma festinha de aniversário super especial, com direito a bolo, brigadeiro, cupcake, biscoitinhos, tudo comestível para cachorro :). Nada mais merecido, já que desde o meio do ano passado a nossa princesa vem lutando com garra e determinação um câncer no sistema linfático. Veja os posts que já publiquei sobre o tema aqui, aqui e aqui.

Bem, mas vamos ao que preparei para os 6 anos da DJ. Além da comida, especial para a aniversariante canina e seus convidados, os irmãos Toddy e Theo e o amiguinho Miyagi, também montei uma decoração de Minnie rosa. Fofura. Também comprei roupas de festa para ela e os irmãos. Data especial merece roupa especial, né? 😉

 

O bolo e os “docinhos” foram encomendados com a Bolo Pet. Encomendei um bolo de 10 pedaços (R$ 50**), 20 unidades de brigadeiro (R$ 30**), 10 cupcakes (R$ 35**) e de lembrança, 10 biscoitinhos de cenoura (R$ 5**). Segundo Camila Campos, engenheira de alimentos e proprietária do Bolo Pet, o bolo canino é feito com carne, fígado bovino, farinha de trigo integral e ovos. Ela conta que fez muitos testes para chegar ao sabor e à consistência ideal. Tudo isso tendo como cobaia a sua filha 4 patas, Sofia.

Olha, o que eu posso dizer é que os cachorros piraram no bolo. Quando o papito deles chegou com a caix,a eles já queriam atacar a guloseima bem antes da festa *rs*. Além deles, o Lobo, cachorrinho que está para adoção, e o Raul, um pinscher que é vizinho da casa dos meus pais, também provaram e aprovaram.

Cupcakes para cachorros
Cupcakes para cachorros

 

Já os brigadeiros são produzidos com com carne e fígado bovino, envolvido com granulado para cães, e os cupcakes podem ser de carne e fígado ou de cenoura, a cobertura é de requeijão. A Camila pede de três a quatro dias de antecedência para produzir as encomendas. Quem quiser encomendar as delícias, é só entrar em contato com ela pelo Facebook ou pelo telefone/WhatsApp (11) 98074-0656.

Decoração e roupa de festa

Claro que como uma mãe caprichosa *rs* também cuidei dos detalhes da decoração. Decidi que queria como tema a Minnie rosa e fui com apenas dois dias de antecedência à 25 de Março, famosa rua de comércio de São Paulo, para comprar os adereços. Mas antes fiz uma pesquisa na internet sobre as lojas que vendem esse tipo de mercadoria, isso foi fundamental para que eu não perdesse tanto tempo. Quem conhece a 25 de Março sabe, é um mundo de coisas legais, mas se você não for com objetivo corre o risco de sair de lá de mãos abanando.

Grande parte das peças eu comprei na loja Palácio Universal, que fica na rua Comendador Abdo Schahin, 158. Lá encontrei a faixa Feliz Aniversário de isopor (R$ 19,80); o enfeite de bolo da personagem (R$ 17,70), que acabei usando como enfeite de mesa; dois enfeites Minnie Fashion (R$ 19,80) e a toalha de TNT rosa (R$ 6,95), que acabei nem usando, pois acabei me dando conta que os meninos puxariam na tentativa de comer as guloseimas.

O restante dos itens eu adquiri no Magazine 25, localizado na avenida Senador Queirós, 101, 1o. andar. Foram eles: um pacote de balões com bolinhas com 25 unidades (R$ 25,61), um kit de pratos descartáveis com 8 unidades (R$ 19,88), um kit de guardanapo estampado com 16 unidades (R$ 18,91), um pacote de tags com furo com 15 unidades (R$ 5,87), uma vela plana Minnie (R$ 24,82) e 4 pacotes de pompons de papel crepom, cada um por R$ 5.

Na própria 25 de Março, ainda consegui comprar o vestido da DJ e as gravatas dos meninos na banca Raimundo & Gil, que fica na altura do número 960. Para a DJ eu trouxe um vestido de oncinha (R$ 20), nada mais apropriado (quem a conhece sabe *rs*), e pros meninos gravatas borboleta com gola (R$ 10 cada). Ai, gente, tudo muito fofo <3

Ufa! Enfim, foi isso que preparei com muito carinho pra minha princess. Foi muito significativo pra mim, pro papito, pra vovó e pro vovô ter comemorado esse aniversário dela.

** Preço de 03/03/16

Eu sou o Lobo. Quer me adotar? <3

Oi, eu sou o Lobo. Quer me adotar?
Oi, eu sou o Lobo. Quer me adotar?

 

Me chamo Lobo. Na verdade, esse é o nome que as tias que estão cuidando de mim me deram quando apareci perambulando nas ruas do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. A minha história é muito parecida com muitas que ouvimos por aí, um dia do mês de dezembro surgi sem rumo andando pelas ruas desse bairro. Não se sabe ao certo se fugi ou se me abandonaram. Tem uma história, não comprovada, de que uma pessoa num carro me largou numa rua sem saída à noite. Fato é que apesar de muita divulgação, ninguém veio me procurar e agora to aqui, triste, sem família, vivendo na rua, sendo ajudado por tias com coração enorme que estão me alimentando e levando ao veterinário. O que eu mais quero claro é uma família? E se você quiser me adotar é só deixar um comentário aqui no post ou escrever para meufilhocao@gmail.com.

Sou um grandão muito dócil
Sou um grandão muito dócil

Vamos às minhas características, sou um grandão extremamente dócil. Hoje estou pesando 21kg, mas estou abaixo do meu peso ideal, devo segundo a veterinária, engordar mais pelo menos uns 10kg. Tenho aproximadamente seis anos. Fui tosado neste sábado (20) para ajudar a cicatrizar uma ferida que tenho no peito, mas meu pelo é super fofo e macio. Sou malhado de cinza e preto. Um verdadeiro lobo de olhos cor de mel.

Além da ferida no peito, estou com otite, que também está sendo tratada pelas tias que estão cuidando de mim. Já sou castrado e serei entregue à minha nova família vermifugado e vacinado 🙂

Vejam como eu sou peludo. Lindo, né?
Vejam como eu sou peludo. Lindo, né?

Me dou muito bem com outros cachorrinhos, não brigo com os cachorros das tias que cuidam de mim e também deixo que elas me deem remédios e cuidem da minha ferida. Se você vier aqui poderá comprovar, sou muito carente, logo deixo passarem a mão na minha cabeça. Aaah, outra coisa, eu sei andar de carro, o que demonstra que já tive família, vou direitinho no banco de trás.

E aí caibo no seu coração e na sua família? <3 Se sim, escreva para meufilhocao@gmail.com

 

 

 

Sou um doce de menino
Sou um doce de menino

 

 

 

Dificuldades na hora da refeição

theo_comida_comedouro_alimentaçaoNão é incomum sermos chamados para “adestrar” cães por conta de problemas na hora da refeição. Não, não… não é por causa daquele cachorro que atrapalha a refeição dos outros, pulando na mesa e roubando comida. O problema é durante a refeição do próprio cão, que apresenta alguma anormalidade para se alimentar: come rápido e em quantidade demasiada, e parece estar o tempo todo com fome, ou não tem fome, dependendo de “artifícios” dos tutores para conseguir comer minimamente bem; ou ainda, há aqueles peludos que comem sua comida e tudo o que houver pela frente – pano, papel, folhas, pedras!

A alimentação do cachorro parece ser a parte mais simples do seu manejo diário, certo? Ração de primeira qualidade, oferecida no seu potinho, o Totó ganha também uns biscoitos durante o dia como guloseima e também outros petiscos durante o adestramento. Pois saibam que essa rotina tão comum é fonte de muita dor de cabeça para tutores, simplesmente por não conhecerem algumas particularidades que nossos amigos caninos possuem:

Cães são caçadores por natureza

E o que isso tem a ver com o cão que come muito, ou que rejeita a ração? TUDO. Se o cão dependesse só dele para se alimentar, vivendo solto e livre, ele caçaria sua própria comida (sim, outros bichinhos!), e de quebra, procuraria alguns frutos para petiscar durante o dia. Essa caça e procura são extremamente naturais e prazerosas para os cães, que se divertem enquanto buscam alimento. E quando colocamos ração no pote duas vezes por dia, ou pior, quando deixamos um monte comida à vontade, desvalorizamos o ritual de alimentação do cão, tornando-o sem graça e vazio. Em alguns cães, isso pode se refletir no comportamento de comer tudo em poucos segundos, sem o menor apreço pela comida, e outros podem rejeitá-la, por ter ficado muito tempo aberta, ou por ser sem graça comer dessa forma.

Theo se vira pra comer petisco colocado dentro de garrafa pet
Theo se vira pra comer petisco colocado dentro de garrafa pet

Como melhorar essa situação? Fazendo com que o cão trabalhe pela comida! Muitos tutores sentem pena de dificultar a refeição do peludo, mas justamente aí que entra a diferença entre humanos e cães: os cães gostam de fazer esforço! Pode ser através de um brinquedo específico, um comedouro lento, uma garrafa pet furada, [ver referências abaixo] simplesmente espalhando a porção de ração no quintal ou colocando vários potinhos em vez de uma só vasilha. Inicialmente o cão pode estranhar, mas logo achará interessante! Se os tutores fizerem festa e incentivarem, ainda mais! Para aqueles peludos que foram habituados a comer da mão do tutor, é uma boa saída para aumentar sua independência: incialmente o tutor manipula o brinquedo e mostra a comida, até que o pet aprenda a se alimentar sozinho de forma divertida. Essa atividade tende a aumentar o apetite dos mais seletivos, pois nem percebem que estão comendo durante a brincadeira, e também desacelerar a velocidade dos apressadinhos.

Brinquedos sugeridos:

big_pet_ball Big PetBall – Comedouro-brinquedo em forma de bola com 4 aberturas ajustáveis. Informações sobre onde comprar no site petgames.com.br

 

 

Pet_fit

PetFit – Comedouro lento com design inovador e 5 ventosas para fixação. Informações sobre onde comprar no site petgames.com.br

 

 

 

Cães tem paladar

Antigamente, muitas pessoas falavam “cachorro não diferencia gosto! É só dar qualquer comida!”. Na prática, percebemos que cães tem paladar e preferências alimentares. Isso pode ser, em parte, pela oferta de alimentos “não caninos” por parte dos tutores; por hábito ou coração mole, dão alguns alimentos muito mais saborosos do que a ração própria para cães. Isso é particularmente prejudicial quando o peludo ganha algo mais gostoso quando não comeu sua comida. Exemplo: cãozinho recebeu sua ração, mas não estava com muita fome naquela hora. Seu tutor, assustado com a possibilidade do cãozinho passar fome mais tarde, ou estar doentinho, tenta incentivá-lo a comer colocando algo mais palatável na ração (molhinho de carne, ração em pasta, carne moída, etc), ou diante de uma negativa total do cão, suprem a falta da refeição com uma fruta ou biscoito. O cachorro, que não é bobo, começa a relacionar que sempre que não come a ração, alguém complementa ou substitui por algo mais gostoso. Forma-se aí uma preferência alimentar e um padrão de comportamento: “demoro para comer, ganho algo mais gostoso depois”.

A dica? Oferecer somente a quantidade indicada pela ração/veterinário, dividida em algumas vezes ao dia; se o pet não comer tudo, retire a vasilha depois de uns 20 minutos mesmo assim. Não suplemente essa ração que sobrou com algo mais gostoso, para ver se ele limpa o prato. Siga essa rotina rígida nas próximas refeições, até o peludo espertalhão perceber que só tem ração durante as refeições – petiscos e guloseimas só durante adestramento ou para recompensar bons comportamentos. E para os pets gulosos, que parecem comer, e ainda estar com fome, sempre farejando um petisco mais gostoso, vale o mesmo esquema: a ração aparece durante as refeições, e petiscos são “prêmios”! É importante não se deixar levar pela carinha “de fome” do peludo, pois se ele já está alimentado corretamente com sua ração, certamente não está com fome, e sim com vontade de comer! Tipo a gente, que mesmo depois de uma feijoada, ainda encara a sobremesa!

Alguns cães realmente têm distúrbios alimentares

É preciso saber separar o que são comportamentos aprendidos e o que realmente pode ser um problema de saúde. Geralmente, nossos peludos gulosos são loucos por comida simplesmente por serem “bons de garfo” – labradores e beagles são bons exemplos. Isso não é distúrbio alimentar nem falta de educação, mas um comportamento natural do cão que acabou sendo reforçado pelos tutores (que oferecem mais e mais alimento achando que o cão está com fome). Por outro lado, alguns cães tem menos apetite – yorkshires e whipets, por exemplo. Mas mesmo nesses casos, é esperado que os pets comam adequadamente todos os dias, mesmo que seja uma pequena porção.

Alguns cães, além de comerem sua comida de forma exacerbada, também podem comer objetos não comestíveis. Alguns tutores, sem conhecimento, acreditam que o pet está com fome, e sem acesso à ração, acabam suprindo a necessidade com o que acham pela frente (pedras, papéis, plásticos, brinquedos, madeira, e até fezes). Porém, isso é um distúrbio de comportamento chamado pica, e deve ser rapidamente tratado com a ajuda do veterinário e de um especialista em comportamento.

Cães extremamente seletivos, que podem passar dias sem comer – mesmo petiscos ou guloseimas – não devem ser taxados somente de “frescos”: essa falta de apetite pode ser causada por alguma doença. Muitas pessoas dizem para deixar o cão sem comer, pois uma hora terá fome e será obrigado a se alimentar, mas deixar um cão desse tipo passar alguns dias sem comer, para ver se seu apetite aumenta, não é uma opção! A atitude imediata é levar o cão ao vet, pois jejum completo pode significar alguma doença.

*** Por Juliana Nishihashi, Adestradora e Consultora Comportamental da Cão Cidadão

Peitoral Easy Walk evita puxões durante os passeios

Toddy usando sua Easy Walk
Toddy usando sua Easy Walk

 

Os leitores e as leitoras do MFC já sabem que sou fã de uma coleira chamada Gentle Leader, trata-se de um acessório meio feinho, mas que ajuda muito nos passeios com cachorros pesados e que puxam. Apesar de estar bem feliz com essa coleira, sempre fiquei incomodada com os olhares atravessados das pessoas quando passeio com o Toddy nos eventos sociais que participamos. A Gentle não machuca de jeito nenhum, mas por se assemelhar a um cabresto, causa uma impressão ruim por não ser muito conhecida ainda por aqui.

Resolvi, então comprar o peitoral Easy Walk. Ele é muito parecido com os peitorais comuns que vemos nos petshops, mas com uma diferença fundamental, a guia não é presa nas costas do cachorro, mas sim numa argola situada na parte da frente, localizada na altura do peito. Esse layout diferente muda totalmente o efeito da distribuição do peso. Os peitorais normais funcionam como arreios de tração, distribuindo o peso e proporcionando ao cachorro muito mais força e disposição para puxar. Já com o Easy é diferente, quando o peludo tenta puxar, fazendo força para frente, a guia naturalmente faz o bichinho virar para você interrompendo a marcha.

Eu comprei o meu peitoral no site Bitcão e paguei R$ 102,80 (não é baratinho, mas vale a pena). A compra como sempre foi muito tranquila. A entrega foi dentro do prazo e o produto chegou bem embalado. Super recomendo essa loja (isso não é um post pago, só uma recomendação).

Os primeiros testes foram feitos durante os passeios na vizinhança. Ainda bem porque eu e o papito do Toddy apanhamos bastante para entender como ajustar bem o acessório. Ele tem apenas três partes – peito, costas e barriga – mas como tem uma lógica diferente de outros peitorais, inclusive com vários engates, os ajustes dele não são óbvios. Mas a dica aqui é deixar bem justo em todas as partes, dessa maneira o engate da frente, onde você encaixará a guia, não ficará largo.

Outra indicação é sempre vestir o peitoral sempre passando o primeiro a parte das patinhas. Essa parte, a que passa pelas patinhas, é a que tem cor diferente, preto no peitoral vermelho, cinza no peitoral preto. Deem uma olhadinha no vídeo pra entender melhor depois prendam o encaixe de cima e ajustem a coleira no peito do cachorro. Pronto, agora é só encaixar a guia e passear.

Minhas impressões – O Easy Walk cumpre muito bem a função que promete, ou seja, facilitar o passeio com cães que puxam. Ele não chega a ser tão eficiente quanto a Gentle. Por exemplo, meu pai, que é velhinho, teria dificuldades de passear com o Toddy mesmo com o Easy, mas para adultos funciona muito bem.

Além disso, o design do produto é muito bacana. Se bem ajustado, o peitoral é bastante seguro e fica bem bonito no cachorro. Ou seja, recomendado!

Livro mostra elo de amor entre moradores de rua e seus filhos cães

Toddy apoia o projeto
Toddy apoia o projeto Moradores de Rua e Seus Cães

 

O primeiro contato que tive com o projeto Moradores de Rua e Seus Cães foi em julho de 2014 pela história da dupla Kiko e Jamaica. Um post no Portal do Dog contava que os parceiros estavam passando por apuros, eles moram numa Kombi estacionada na Zona Sul de São Paulo e, naquela época, o veículo estava ameaçado de remoção pela Prefeitura.

Quem relatava a situação do Kiko e do Jamaica era o fotógrafo Edu Leporo, que há três anos decidiu sair pelas ruas da capital paulistana para registrar histórias dessas famílias formadas por humanos e animais que moram nas ruas das nossas cidades e que dividem o pouco que têm, inclusive um prato de comida.

Nesse período, Edu fotografou dezenas de humanos e seus animais, o trabalho, então, virou um livro, “Moradores de Rua e Seus Cães” (você pode comprar aqui), lançado em dezembro do ano passado. Nas mais de 100 páginas, as imagens mostram as marcas desses animais e seus donos que moram nas ruas, a cumplicidade dessa relação e objetos que garantem a sobrevivência deles.

Além de encantar pelas imagens e textos, o livro se tornou um projeto que tem como objetivo dar uma vida mais digna a essas pessoas e seus bichos. A renda é revertida para distribuição de ração, caminhas, guias e coleiras para os cachorros e kits de higiene pessoal e roupas para os tutores.

Edu admite que houve muitos momentos difíceis durante a produção do “Moradores de Rua e Seus Cães”, especialmente pela falta de apoio financeiro das grandes empresas do mercado pet e que foi graças, principalmente, ao financiamento coletivo, com a contribuição de pessoas que apoiam a causa animal, que o livro virou realidade.

No entanto, Edu lembra com carinho das situações que o motivaram a tocar o projeto adiante: “Fui motivado pelo retorno que recebia com a publicação das histórias. As pessoas se comeveram e foram às ruas conhecer aquelas pessoas e ajudá-las”, relata.

Pituca e seus pais (Crédito: Edu Leporo)
Pituca e seus pais (Crédito: Edu Leporo)

Os protagonistas – Ao todo, a publicação reúne 17 histórias de humanos e seus animais. Há, por exemplo, a saga da Pituca e seus pais, Renan e Aline, que moravam no Centro de São Paulo. O sonho deles era recomeçar a vida em Paraty, no Rio de Janeiro, porém havia um problema, a caixa de transporte da peludinha havia sido roubada e os pais buscavam ajuda para comprar uma nova e quem sabe também juntar o dinheiro para as passagens.

Foi quando Edu entrou na vida deles. Contou a história nas redes sociais e também a amigos e apoiadores do projeto e, então, o desejo da família virou realidade, Pituca ganhou não só uma caixa de transporte, como consulta veterinária, banho e petiscos e seus pais as passagens para Paraty.

Porém, a vida nas ruas, como vocês podem imaginar, é muito dura e algumas histórias acabam tendo passagens mais difíceis. Uma delas é a do Seu José, que tinha como filhos o Duque, a Princesa e o Hulk. Habitantes da Praça João Mendes, Seu José é bastante conhecido pelos funcionários do fórum instalado nessa praça da capital paulistana. Sempre ganha comida para ele e seus filhos. Infelizmente, hoje apenas o Duque ainda está com ele, o Hulk e a Princesa foram roubados, numa história muito mal contada, segundo o fotógrafo. Perguntei, então, ao Edu como é lidar com essas situações e ele me disse que é triste, mas que nesse caso seu José ficou ainda mais apegado ao Duque.

Como comprar o livro e ajudar – Para comprar o livro “Moradores de Rua e Seus Cães”, basta acessar o site da São Paulo City . Você também pode contribuir para o projeto levando doações para a “Caixinhas da Miriam, caixas de papelão instaladas em petshops e clínicas veterinárias de todo o país que recebem doações para os cães e seus donos de rua. Demais, né? Para saber onde há uma basta entrar em contato com o Edu pelo Facebook.

 

Siga as ações do Moradores de Rua e Seus Cães nas redes sociais:

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Blog – http://eduleporofotografia.wordpress.com/