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Outlet de produtos pet em SP tem itens pela metade do preço

Outlet da Petz na Marginal Tietê (Crédito: Divulgação)
Outlet da Petz na Marginal Tietê (Crédito: Divulgação)

 

A Petz, rede de pet shops com 37 lojas no país, inaugurou um outlet em São Paulo com produtos pela metade do preço. O espaço de compras foi instalado na loja matriz, localizada na Marginal Tietê.

São cerca de 2 mil itens, incluindo artigos importados e nacionais de coleções passadas com descontos de 50%. Entre os produtos estão coleiras, guias, brinquedos, caixas de transporte, caminhas, comedores, petiscos e roupas.

Com 800 metros quadrados, o espaço funciona no piso superior da unidade Petz Marginal Tietê, todos os dias das 8h às 23h, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Rações e medicamentos ficam de fora do mix do outlet.

Por já oferecer produtos com desconto, os itens do outlet não recebem os benefícios do programa de fidelidade Petz e não podem ser trocados, mas as compras podem ser parceladas a partir de R$ 140.

Alguns produtos à venda:
Bebedouro MP Smart, 1,5 litro – de R$ 32,99 por R$ 16,50
Osso Pet Bistro, com duas unidades – de R$ 4 por R$ 2
Areia importada para gatos Cat Leader Classic, 5 kg – de R$ 32,90 por R$ 16,45
Caixa de transporte MP – de R$ 118,99 por R$ 59,50

Serviço:
Petz Marginal Tietê
Av. Presidente Castelo Branco, 1.795 – Pari.
Tel.: (11) 2797-7400
Horário de funcionamento: das 8h às 23h.

Veja comparação entre capas de banco de carro

Prestem atenção na quantidade de pelinhos *rs*
Prestem atenção na quantidade de pelinhos *rs*

 

Eu e o papito levamos a galera pra lá e pra cá de carro: visitas à casa do vovô e da vovó, veterinário, passeios no parque. A gente gosta mesmo de carregar nossa cãobada. Resultado: nós e eventualmente nossas caronas sempre saem desfilando a moda pelinhos, que a gente adora, mas vamos combinar nem sempre é adequada.

Confesso que nunca me importei muito, mas tempo desses quando Theo, que é branco, chegou ao período da troca de pelos a situação ficou insustentável. Se estava de preto, saía do carro listrada de branco. Porque vocês sabem, né, os pelos grudam em tudo menos no cachorro 😛

Acabei vendendo o meu carro (fiz higienização interna antes *rs*), mas o papito trocou o dele e acabou comprando um com banco de couro. Aí arrumamos dois problemas, além dos pelinhos, as unhas deles poderiam furar o banco. Então, decidimos ir em busca de capas.

Antes de falar da compra propriamente dita, quero dizer que a minha impressão é que há poucos modelos disponíveis. Não sei se é uma deficiência do mercado brasileiro, mas após usar dois modelos, percebemos que há possibilidade de produzir outros tipos de capas, que acabamos não achando para comprar.

As capas que compramos

A primeira que adquirimos foi a da Chalesco pelo site PetLove. Muito bonita, porém na primeira vez que a usamos com os dogs percebemos um problema. Como ela é curta e cobre apenas o encosto e o assento, quando os cachorros andam juntos fica aquela confusão e lógico ela bagunça e a proteção vai pro beleléu. Resolvi testar no meu antigo carro, que tem banco de tecido, nele funcionou melhor, especialmente se apenas um cachorro for transportado, mas com a galera também não alcançou minha expectativa, deixou o banco descoberto.

A capa da Chalesco no nosso carro.
A capa da Chalesco no nosso carro.

 

A capa da Bitcão no nosso carro
A capa da Bitcão no nosso carro

 

Bem, partimos para a segunda compra, afinal tínhamos que resolver a questão. Adquirimos a capa da Bitcão. Como ela fica presa nos encostos do banco traseiro e dianteiro a esperança era que ela cumprisse a função. Olha, realmente, ela nos atendeu muito melhor. A característica de formar um U protege bem mais o banco. Porém adivinhem, o bando ainda conseguiu tirá-la nas pontas do banco.

Tivemos então a ideia de usar uma capa sobre a outra, colocamos a da Chalesco por baixo e a da Bitcão por cima. 99% do problema resolvido, mas aquele 1%…

Sim, é fato que a galera causa pra caramba no carro. Se um dia vocês ouvirem um carro passando com latidos que ultrapassam os decibéis de uma festa de aparelhagem é a família Meu Filho Cão rererere. Porém, queríamos deixar uma sugestão, fabricantes produzam uma capa comprida que vá até o assoalho do carro e que possa ser presa embaixo dos bancos do motorista e do passageiro, assim a gente acredita que a chance do banco ficar descoberto é bem menor. Ah, e convidem meus filhos pra testar o produto :-).

Crédito: Chalesco
Crédito: Chalesco

Capa da Chalesco para Carro
Onde comprar: petlove.com.br
Preço: R$ 129,90

 

 

Crédito: Bitcão
Crédito: Bitcão

Capa Protetora para Banco de Automóvel
Onde comprar: bitcao.com.br
Preço: R$ 109,80

Paçoca é o novo integrante da família Meu Filho Cão

Paçoca, o mais novo integrante da família
Paçoca, o mais novo integrante da família

 

Vocês se lembram que no dia 17 de abril eu compartilhei um post no Facebook e no Instagram dizendo que havia resgatados dois cachorrinhos que ganharam nomes provisórios de Paçoca e Pipoca? Pois bem, o Pipoca, que hoje é Klimt, ganhou uma super mãe menos de uma semana depois, como contei nesse post, já o Paçoca foi ficando no lar temporário, a casa dos meus pais. Foi ficando, ficando, ficando e … ficou! Ele agora é o mais novo integrante da família Meu Filho Cão.

Primeiro, vou esclarecer que ele não vai morar comigo, será criado pelos avós, assim como o nosso saudoso Ozzy. O que não será nenhuma tristeza, pois ganhou um quintalzão enorme e a dedicação exclusiva da vovó. Verá os irmãos nos fins de semana :-).

O meu plano a princípio era doá-lo a uma família responsável como aconteceu com o Klimt. Como moro em um apartamento pequeno e já tenho três filhos cães é impossível adotar mais um. Porém, a vovó se apegou ao Paçoquita. Quando levamos o branquinho ela já ficou abalada, no entanto, ainda precisávamos convencer o vovô, que não queria mais ter um cachorro. A sorte é que o Paçoquinha foi bem esperto e ficou super amigo do vovô.

Um cachorrinho para a melhor idade – Por essas coincidências boas da vida, o mais novo integrante da família MFC tem uma personalidade muito tranquila, adequada para um casal da terceira idade. Nesse um mês, ele deu apenas três latidos, ao chegar visitantes à casa ele não pula e fica super feliz de comer, dormir e brincar com a bolinha no quintal. A única coisa que pede é para sair todos os dias, de manhã e à tarde, para o cocô e xixi na rua. Mas até aí tudo bem né porque a vovó passa a ficar obrigada a fazer um exercício *rs*.

Levamos ele ao veterinário, fizemos exame de sangue e a única doença que ele tinha era uma inflamação no ouvido, que já foi resolvida. Agora, só precisa ser castrado, o que devemos providenciar no próximo mês.

O Paçoca se deu super bem com a DJ e o Theo, mas temos um desafio pela frente, fazermos o coroné Toddy aceitá-lo. Na primeira vez que se viram rolou briga. Na verdade, briga não, o Toddy o encurralou na parede para atacá-lo. De lá pra cá, eles já passearam juntos, rolou uma treta, mas em casa foi tudo bem. No último domingo o coroné deu uma canseira nele, marcação cerrada, mas não rolou atrito. Acho que já, já eles estarão super acostumados um outro 🙂

Uber Pet é cancelado sem aviso e transporte de cães volta a ficar difícil

A mãe da Fiona ao usar o Uber após o cancelamento do Uber Pet
A mãe da Fiona ao usar o Uber após o cancelamento do Uber Pet (Crédito: Danielle Mesquita)

 

Qual não foi a minha surpresa quando às vésperas da quimioterapia da DJ, no dia 25 de abril, descubro que o Uber Pet foi desativado. Nunca havia usado o serviço na categoria pet, mas desde que a opção foi lançada li diversos relatos sobre a excelência do atendimento.

Então, crente que o serviço ainda estava ativo, entrei no aplicativo um dia antes pra estimar o valor da corrida. Mexo, fuço e não encontro o Uber Pet. Peço ao papito pra olhar no celular dele e nada. Vou, então, ao site do Uber, Facebook e Twitter e nenhuma menção sobre o serviço. Daí tive a ideia de fazer a pesquisa “uber pet” no Twitter. Me deparei com vários relatos de pessoas também surpresas com o sumiço da opção, outras que haviam questionado o Uber sem resposta e pior relatos péssimos de mães e pais de cachorros que já tinham usado Uber após a desativação do Uber Pet. Sim, o serviço foi descontinuado e a empresa não comunicou os usuários, ao contrário do que fizeram no lançamento, quando os usuários receberam e-mail e posts nas redes sobre a novidade.

Assim como outros tutores, no mesmo dia, questionei a empresa pelo Twitter e não obtive resposta. Mesmo assim decidi que usaria Uber, já que não tinha outra alternativa. Na ida à clínica que fica na Vila Prudente, Zona Leste de São Paulo, eu moro na Zona Sul, só para vocês terem uma ideia, eu e a DJ ganhamos uma carona do papito. Na volta, então, tivemos de pedir o Uber.

DJ voltou a fazer quimioterapia
DJ voltou a fazer quimioterapia

Fiz a primeira solicitação, um Uber X, após chamar o motorista pelo aplicativo, liguei para perguntar se ele aceitava animais. Tinha lido no Facebook que essa era a nova orientação da empresa, ligar após fazer o pedido. Aqui, abro um parênteses para dizer que acho isso, no mínimo, um saco, já que se uso um aplicativo pra chamar um serviço, não quero telefonar a não ser em caso de urgência. Mas ok liguei.

De primeira, o motorista já me perguntou qual era o tamanho da cachorra. Respirei fundo, respondi que era de tamanho médio. Em seguida, ele indagou: “Solta pelos?”. Oi, é uma cachorra!! Não respondi assim, claro, disse muito educadamente que sim ela solta pelos. Ele me respondeu por fim que não poderia nos transportar.

Parti para uma segunda chamada, já bem aflita pois estava atrasada para o trabalho. Mesmo procedimento. O segundo motorista falou que poderia nos levar se tivéssemos “algum pano”. Disse que estava munida de uma fralda, que absorveria vômito, caso houvesse. Ele topou a corrida para o meu alívio. Vale lembrar aqui que quando existia o Uber Pet os carros já vinham preparados, com capa protetora de banco.

O atendimento do motorista foi ok, e a DJ foi uma linda, ficou calminha e não vomitou, apesar de estar num carro desconhecido.

Mais relatos – Para saber como tem sido o atendimento a outros pais e mães de dogs, falei com algumas amigas e uma mãe de cachorro que contactei pelo Facebook. Na opinião de Danielle Mesquita, mãe de uma golden retriever e da bulldog francês Fiona, o cancelamento do serviço foi decepcionante. Ela me contou que usava o Uber Pet quase diariamente e ficou muito ofendida com o tratamento que recebeu do motorista. “Outro dia, tive que pedir um Uber. Liguei para o motorista para saber se havia problema da bulldog ir comigo. Ele fez uma série de perguntas e eu me senti muito ofendida”, diz Danielle.

A mãe da Fiona relatou que na conversa por telefone o motorista alegou que não aceitaria a corrida pois se tratava de uma raça brava e que soltava pelos. Após dar garantias de que a cachorra não tem essas características e iria no colo o motorista topou levá-las. “A Fiona teve que ir no meu colo, não podia passar para o banco de jeito nenhum”, afirma.

Danielle ainda ficou chateada com o silêncio do Uber após uma reclamação que fez na Página da empresa. Ela foi insultada por outro fã da Página que comentou que ela “deveria ter carro” para levar sua “cachorra imunda” pra onde quisesse. “O Uber não se pronunciou em nada”, lamenta.

Experiências com outras empresas – Outra usuária que ficou decepcionada com o cancelamento do Uber Pet sem aviso foi a Marília Juste, mãe da Cacau e da Flocos. Ela já tinha usado o serviço antes da desativação e ficado satisfeita. Porém, quando descobriu que não havia mais o Uber Pet decidiu usar a 99Taxi, que tem uma opção “Animais de Estimação”. “Eu liguei para o motorista para confirmar e ele não fazia ideia de que se tratava de corrida com um animal”, revela.

Após explicar que sua cachorra é pequena o motorista aceitou a viagem a contragosto. “Foi como se ele estivesse me fazendo um favor”, reclama.

Os cancelamentos de corrida com cachorro em táxis era comum na vida da Elida Oliveira, mãe da Serena, por isso ela comemorou quando o Uber Pet foi lançado. Após a desativação, ela usou o Uber comum e dentre as experiências que ouvi foi a menos pior. “O moço olhou meio assim, mas eu disse que deixaria ela quietinha no chão do banco da frente. Daí ele concordou e disse que também tinha cachorro”, relata.

À esq., Cacau não curtiu a experiência no 99 Táxi, já Serena teve viagens boas no BlaBlaCar (Créditos: Marília Juste e Elida Oliveira)
À esq., Cacau não curtiu a experiência no 99 Táxi, já Serena teve viagens boas no BlaBlaCar (Créditos: Marília Juste e Elida Oliveira)

 

Um ponto interessante na experiência da mãe da Serena é que ela não encontrou no aplicativo do Uber uma maneira de falar antes com o motorista, o que acende um alerta para a dificuldade no procedimento de ter que ligar para confirmar a corrida.

Além do Uber e táxis, a Elida também já experimentou o BlaBlaCar, um aplicativo de compartilhamento de viagens intermunicipal. Na plataforma os usuários têm de indicar suas preferências. Por exemplo, se gosta de ouvir música, se permite fumo e se aceita animais. A Elida, então, resolveu testar o serviço em uma viagem São Paulo-Curitiba-São Paulo com a Serena, que tem mais de 10 kg. “Foi tranquilo. Só tive que pagar dois assentos, mas foi mais barato do que uma viagem de avião”, avalia.

Para ser aceita na viagem, ela também forneceu uma capa para o banco e um cinto de segurança para cachorros. Foi bom porque a Sereninha vomitou no trajeto de volta. Faz parte, né Sereninha? 😉

O que o Uber diz (ou não) – Procurei a assessoria do Uber na última quarta (18) para saber o que a empresa diz sobre o cancelamento sem aviso, as reclamações dos usuários e se há possibilidade da opção ser reativada. A empresa entrou em contato por e-mail e telefone, porém não respondeu às seguintes perguntas que enviei:

– Por que o Uber não informou os usuários (e-mail, redes sociais…) sobre a desativação do Uber Pet?

– Eu e outros usuários que entrevistei relataram diversas dificuldades em usar o Uber com seus animais após a desativação do serviço. No meu caso, o primeiro motorista recusou a corrida porque minha cachorra solta pelos e é, na opinião dele, grande (15kg) e o segundo aceitou após muita insistência. O que vocês têm a dizer sobre essas situações?

– Vocês avaliam a possibilidade de reativar o serviço após as reclamações dos usuários?

A empresa se limitou a enviar uma nota oficial que vocês podem ler na íntegra abaixo.

Resumo da história, mais uma vez voltamos à estaca zero no transporte de cachorros, especialmente se eles forem de médio e grande porte.


 

Nota do Uber na íntegra:

No Brasil, todos os serviços prestados pelos motoristas parceiros da Uber passaram a ser pet friendly – ou seja, animais de estimação podem ser aceitos por eles. Ao logo do tempo aprendemos que motoristas parceiros cinco estrelas sempre tem um objeto para proteger os bancos e assim proporcionar uma viagem cômoda para seus usuários e respectivos animais.
Passageiros também podem estar sempre preparados. Já vimos exemplos de pessoas que mantém uma canga para que possam proteger os bancos do carro do motorista parceiro.

Vale destacar que para animais de serviço a aceitação é obrigatória e prevista em Lei.

Aplicativo mostra quais raças predominam no seu vira-latas

Tela inicial do What's my mutt?
Tela inicial do What’s my mutt?

Ta, eu também acho o vira-latas a melhor raça do mundo. Também sei que muitos dos SRDs (Sem Raça Definida) brasileiros são fruto do cruzamento com outro vira-lata. Mas quem nunca ficou com curioso para saber se há alguma mistura de raças no passado do seu filho ou da sua filha de quatro patas? Eu já fiquei, confesso.

Bem, esses dias navegando no Facebook, descobri por um post do iHeartDogs, que uma veterinária do Arkansas, nos Estados Unidos, criou um aplicativo chamado What’s my mutt?, que determina qual é a mistura de raças do vira-latas.

Claro, né, que baixei. Estava um pouco descrente, nos EUA, a mistura de raças costuma ser em em muito menor escala do que no Brasil, ou seja, imaginei que o nível de precisão com os nossos SRDs seria baixo. Me enganei! Fiz o teste com os meus três filhos e os resultados me impressionaram, achei que chegaram bem perto do que pode ser a realidade.

Critérios do aplicativo

Para definir a mistura de raças do dog, o app usa sete critérios: peso, tamanho da pata, formato do rabo, tipo da orelha, formato do focinho, tipo de pelo, cor e padronagem do pelo. Nada de foto, o que achei bom, pois não acredito em identificação por imagem.

Olhem a misturinha do Toddy, da DJ e do Theo <3
Olhem a misturinha do Toddy, da DJ e do Theo <3

 

Em todas as opções, o aplicativo indica raças parecidas com aquela determinada característica. Por exemplo, na classificação tamanho da pata há cinco opções, muito curta, curta, média, alta e muito alta. Na opção curta, o app dá como referência as raças pug, bulldog inglês e brussels griffon. Ao fim das sete etapas, o What’s my mutt? indica as três raças predominantes no seu vira-lata.

Para vocês entenderem melhor, fiz um passo a passo das telas, pois o app está em inglês. Ele está disponível apenas pra iOS e custa US$ 0,99. Parte da renda vai para a instituição Last Hope K9 Rescue, que resgata animais nos EUA.

Aah, e não deixem de ver as misturinhas do Toddy, do Theo e da DJ, segundo o What’s my mutt?