No bar com o meu filho cão

Toddy tomando sua Dog Beer
Toddy tomando sua Dog Beer

Há algumas semanas, estive com o Toddy e o meu marido em um bar pet friendly em São Paulo. Ao postar a foto no Instagram do Meu Filho Cão (instagram.com/meufilhocao), muitos pais e mães de peludinhos me pediram mais informações sobre o bar e perguntaram como o Toddy se comportou.

Bem, respondendo a primeira pergunta, o bar onde estive se chama Coronel Santinho, fica no Ipiranga, na Zona Sul da capital paulista. O estabelecimento está localizado em uma área do bairro onde não há outros bares, o que na minha minha opinião é uma vantagem pois não fica muita muvuca.

O bar é totalmente adaptado aos pets e seus donos. Os peludos podem ficar tanto na área externa quanto na interna e são recebidos com água e Biscrocks. Se você quiser, pode até comprar uma Dog Beer para ele. Caso não conheça a cerveja canina clique aqui. Para os humanos, há uma boa carta de cervejas e uma pequena variedade de petiscos. Como o meu foco não era comer, mas sim ter a experiência de levar um dos meus filhos cães para o boteco eu aprovei o local.

Felizmente, o número de bares e restaurantes pet friendly tem aumentado. No site Aqui Pode há uma lista de 50 bares de São Paulo que aceitam a presença de cachorros. Em alguns deles, como o Posto 6, na Vila Madalena, já vi cachorros na área externa, mas nunca dentro do bar. Apesar de ser um avanço já permitir o animal nas mesas externas, considero um bar totalmente pet friendly quando os peludinhos também são aceitos na área interna, assim como no Coronel Santinho.

No Aqui Pode, também é possível pesquisar bares que aceitam peludinhos em Salvador, Belo Horizonte, Uberlândia, Curitiba, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Cotia e Guarulhos.

Etiqueta no bar – No site Turismo 4 Patas há um texto interessante sobre a etiqueta que devemos ter com os nossos filhos peludos em um ambiente tão diverso. Achei as dicas pertinentes, afinal em um bar podemos encontrar tanto gente que ama cachorros, quanto aqueles que não curtem os peludos. Então, para evitar conflitos e também manter o ambiente confortável realmente temos de seguir algumas regras.

Entre as recomendações que destaco estão: respeitar todas as restrições impostas pelo estabelecimento, manter o cão junto a você na mesa de modo que não atrapalhe nem os garçons nem os outros clientes e levar, claro, saquinhos plásticos para recolher as fezes.

Outro ponto que o texto aborda e que eu acho bem importante é que o peludo deve ser sociável e, de preferência, saber alguns comandos de obediência. Eu optei por levar o Toddy porque de todos os meus filhos cães ele é o mais sociável e também obedece aos comandos básicos como o senta. A DJ, por exemplo, não posso nunca levar a esses locais, pois a bichinha odeia aproximação intempestivas de seres humanos desconhecidos. Já o Theo morre de medo de cachorros estranhos.

Respondendo à pergunta sobre o como o Toddy se comportou, digo que o meu filho cão levou 10. Ao chegar, ele estava bem excitado por conta da novidade, mas logo se acalmou, tomou sua água e cervejinha. Também não estranhou os outros cachorros do local, apesar dos schnauzers dos donos do bar terem latido bastante pra ele *rs*. Com os humanos, como sempre, também foi bem tranquilo. Ou seja, aprovadíssimo já pode ir a outras baladas com a mommy e o papito :-P.

 

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Cachorro sente saudade?

Na última semana, passei quase quatro dias longe dos meus filhos. Eu afirmo para vocês, adoro viajar, mas ficar longe deles e do meu marido, quando me ausento a trabalho, é muito difícil. Obviamente, sinto o que o português define muito bem como saudade. Mas será que os peludos também compartilham esse sentimento?

Claro, se usarmos como parâmetro a empolgação com que eles nos recebem, certamente, a conclusão é de que sim, eles sentem saudades. Mas sempre tive curiosidade de saber o que a ciência diz sobre isso.

De acordo com o Bernd Heinrich, da Universidade de Vermont, EUA, a espécie evoluiu para se tornar mais que uma subespécie de lobo. Emocionalmente ele está mais para um humano de quatro patas. Na alegria e na tristeza. Alguns se recusam a comer quando o dono vai viajar e voltam a aceitar o prato depois de ouvir a voz de seus pais humanos no telefone. Trata-se de uma forma primitiva de saudade.

É comum vermos casos em que a ausência do dono acaba desencadeando um problema de comportamento, que os treinadores de cães costumam classificar de ansiedade de separação. Sabe aqueles cãezinhos que mal o dono fecha a porta e eles já começam a latir? É um caso típico.

O site da Lord Cão explica que os cachorros são fortemente orientados para viver em grupo. Esse bichinhos tendem a demonstrar uma enorme frustração quando ficam sozinhos, com protestos que vão desde latidos até a destruição da casa.

Os especialistas recomendam que para tentar solucionar o problema, você deve acostumar o peludinho com o rádio ligado enquanto você estiver em casa, assim, quando você for se ausentar e deixar o rádio ligado, ele vai se sentir como se alguém ainda estivesse por perto. Deixe o seu cachorro por pequenos períodos de tempo sozinho. Quando for retirar o lixo, deixe o seu cão do lado de dentro com a porta fechada e observe. Se ele começar a latir diga junto a porta e com uma voz bem firme: não! Espere ele parar de protestar e entre em casa. Faça a maior festa se ele ficar quietinho.

Vá aumentando o tempo e o número de vezes em que você “sai” de casa, sempre repetindo não quando ele latir ou chorar e dando muito carinho quando ele estiver calado.

Leve-o para uma volta antes de você sair e deixe vários brinquedos interessantes para ele se distrair enquanto você está fora. Um bom truque é comprar um destes ossos que são ocos no meio e enchê-los com biscoitos de cachorros ou “bifinhos” próprios para cachorros, ou ainda ração enlatada. Ele vai ficar um bom tempo tentando “pescar” as guloseimas dentro do osso e terá menos tempo para ficar pensando na sua ausência.

A minha volta para casa – Ao verem o vídeo da minha volta para casa, vocês vão notar que eu chamei por eles. Em geral, posso afirmar quase 100% das vezes, não faço isso.

Bom, só explicando, eles ficaram na casa dos meus pais durante quase quatro dias. Como queria potencializar o efeito da minha volta, eu já entrei falando. Claro que, com isso, o pessoal ficou ainda mais, digamos, emocionado. Quando volto de um dia normal de trabalho, não faço isso. Normalmente, o Toddy e o Theo ficam bem empolgados, mas procuro não falar com eles.

Por que passeio com os meus três peludos separadamente

toddy_passeio

Muita gente se espanta quando conto que eu passeio com o Toddy, o Theo e a DJ separadamente. Dois motivos são preponderantes para isso, cada um tem seu ritmo próprio de passeio e acho mais seguro não andar com mais de um ao mesmo tempo.

A DJ, minha perdigueira, gosta de cheirar cada pedacinho da rua, mesmo que já tenha passado por ali um milhão de vezes. Mas, ao contrário do Toddy, não curte longas caminhadas. Para ele, no máximo, 20 minutos já está bom. Quando extrapolamos, ela já fica puxando a guia em direção ao prédio, que ela sabe muito bem onde fica. Além disso, as aproximações, tanto com humanos quanto com cachorros, são mais tensas. Nunca conseguimos detectar se vai ser uma festa ou um apavoro.

Já o Toddy é nosso pastor, como gosta de andar. Por ele, a gente percorre a distância de umas três estações de metrô diariamente. Claro que nem sempre é possível, por causa da correria do dia a dia, mas quando dá andamos bastante para gastar toda “energia que dá gosto”. O Toddão também gosta muito de se socializar. Para ele, fazer uma amizade nova é uma grande alegria, o que torna o passeio com ele muito prazeroso.

O Theo, por sua vez, nos dá muito trabalho na rua. Como já contei nesse post, ele tem muito medo de cachorros estranhos. Ele ainda não melhorou muito. Alterna boas caminhadas com passeios estressantes. Estamos tentando melhorar, mas não é fácil tratar um cachorro medroso.

A importância do passeio – O que muitos pais e mães não saibam ou, infelizmente, negligenciam é que passear regularmente é tão fundamental na rotina dos dogs quanto comida. Como explica um post da escola de treinamento Lord Cão, na natureza os cachorros precisavam caçar para sobreviver, e não era uma tarefa fácil, pois eles passavam mais de 10 horas por dia à procura de comida. Ou seja, sua estrutura física foi feita para longas caminhadas e passar horas farejando.

É durante os passeios que o peludo pode fazer os exercícios necessários para a manutenção da sua saúde, aliviam o estresse, e melhoram sua sociabilidade ao conhecer outros cães e humanos. De quebra, a caminhada ainda melhora a relação com o dono, pois nesse momento os peludos aceitam melhor o treinamento.

Vídeo: os presentes da BioDog para os meus filhos

Neste último domingo (6), aniversário do Theo, a BioDog mandou um presentão não só pra ele, mas também pra DJ e pro Toddy. Foi uma coincidência bacana, não sabia que eles mandariam uma caixa tão recheada de coisas gostosas.

Meu contato com essa empresa, começou quando eu mandei um e-mail para ele perguntando por que não conseguia mais encontrar o Beiju, osso preferido dos meus filhos. Eles responderam rapidamente esclarecendo que não conseguem mais encontrar a matéria-prima desse osso e tiveram de interromper a produção. Ainda revelaram que estão tentando desenvolver um produto para substituir o Beiju. Bom, pedi, então que eles me avisassem caso tivessem novidades, e aí veio essa surpresa bacana.

No vídeo, eu mostro os produtos. Mas como não levo ainda muito jeitinho com as câmeras, fiz uma galeria de fotos para mostrar melhor as guloseimas que os sortudinhos ganharam :-).

Minhas armas contra os pelos

Recentemente, a leitora Suzana Mendes Marques, mãe de cinco lindas meninas vira-latas, me perguntou: quais são suas técnicas de limpeza contra os pelos? Olha, devo dizer a vocês já testei muita coisa, afinal tenho três peludinhos num apartamento, e o que mais resolveu para mim foram um aspirador portátil da Electrolux, luva de borracha molhada e rolos adesivos.

Ok, quem quer ter cachorro deve ter em mente que os danados dos pelos sempre vão estar presentes. Mas uma casa limpa, na medida do possível, não faz mal a ninguém. Logo de início, usava sempre meu aspirador grande da Arno, modelo Compacto Ergo. Aliás, fazendo esse post, descobri que a Arno um aspirador nessa linha com uma escova que remove pelos de animais. Meu, se alguém comprar ou já tiver conta pra gente se ele é bom.

Bom,  o meu funciona muito bem, mas me dava uma preguiça danada tirar aquele trambolho do armário quase todos os dias. Até que encontrei um aspirador portátil da Electrolux, o Bossh. Foi a salvação da lavoura. Ele é leve, dá pra guardar em local mais acessível e funciona bem. Consigo retirar os pelos do meu sofá marrom com ele, por exemplo.

Aí, para retirar os pelos dos móveis descobri um truque muito bom faz pouco tempo. Molhando uma luva de borracha de limpeza você consegue retirá-los facilmente. Ou seja, se você já está fazendo algo de luvas é só dar uma molhadinha e já remover os danados dos móveis.

E das roupas, para mim, nada melhor do que rolos adesivos. Já testei escova também, mas não funciona.Oos rolos são bem mais eficientes.

Lá nos EUA, tem um aparelhinho chamado Pledge Fabric Sweeper for Pet Hair que, já ouvi dizer, ser incrível para remover pelos da casa. Não vende aqui no Brasil. Todos chora. Mas dá pra comprar pela Amazon, ou pedir para algum amigo trazer dos EUA ;-).