Minhas camisetas com o tema cachorro

Como uma pessoa que A-D-O-R-A cachorros, não é de se espantar que eu goste de tudo que é ligado ao tema. E o meu item “cachorrístico” favorito é camiseta. Tenho algumas e confesso que queria ter mais.

O legal é que muitas delas são de campanhas ou ONGs. Ou seja, desfilo minha estampa favorita e, de quebra, ainda ajudo os peludinhos carentes.

Bem, vamos lá conhecer minhas peças de moda canina. A DJ vai apresentá-las a vocês.

A minha primeira camiseta foi a “Adote vira-lata”. Foi um presente do meu então namorado e hoje marido. Infelizmente, ele não se lembra de qual ONG ele comprou. Se um dia ele se recordar, volto aqui e atualizo o post.

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Depois veio a “Adotar é tudo de bom”, da campanha da Pedigree. Hoje essa camiseta está esgotada. Pedigree volte a produzi-la, por favor. A minha já está até cinza *rs*, compraria outra.

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Essa aqui é muito bonita. Comprei no site da Animi, uma grife que reverte parte da renda para instituições que ajudam cães resgatados. O meu modelo com a estampa 2 tem gola canoa e custa R$ 45,90. Estou muito desejando a com estampa 3, que eles lançaram há pouco tempo.

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A “Pai de cachorro também é pai” claro que não é minha, foi um presente para o marido. Me arrependo muito de não ter adquirido a “Mãe de cachorro também é mãe” na época. Comprei essa camiseta no site Mãe de Cachorro, mas ela não é vendida mais. Na última semana, entrei em contato com a administradora do site e ela me disse que em breve a marca voltará com novos produtos. Por enquanto, há alguns modelos com uma protetora independente. Quem quiser pode entrar em contato pelo e-mail contato@maedecachorro.com.br.

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Outra lindinha. Vi o marido de uma amiga vestindo e me apaixonei. Você pode comprar na Use Huck, custa R$ 69 e tem parte da renda revertida para a ONG Clube dos Vira-Latas.

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Essa não é de ONG, mas é muito divertida: um brinde de um cachorro com seu melhor amigo. Ela é da loja on-line Chico Rei.

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A última também não é de ONG, mas não recomendo a loja. Comprei 3 camisetas, mas vieram só duas. Uma delas teve problema na fabricação e a loja em vez de me avisar e reembolsar me enviou um produto que não pedi. É mole? Só para vocês saberem a loja é essa sunvibe.com.br.

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Ah e não poderia deixar de mostrar a minha camisa de cachorrinho. Adquiri pelo Mercado Livre, com o vendedor Legoth Fashion, e paguei R$ 68,90.

camisa

Dois bons livros para ajudar na educação dos nossos filhos cães

Livros

Nada melhor para uma boa convivência com os nossos filhos cães do que ter informação de qualidade sobre o que se passa na cabecinha deles. Felizmente, o Brasil tem melhorado nesses aspecto e hoje já dá para encontrar bons livros em português sobre educação e criação de cachorros.

Um deles é o “Cão de Família“, do Alexandre Rossi e da Alida Gerger. O livro reúne orientações valiosas sobre cuidados e como evitar possíveis problemas com os nossos filhos cães. O adestrador e a veterinária ensinam, por exemplo, como preparar a casa e quais itens devemos comprar para receber o cão.

Você sabia que é uma “grande sacada”, segundo os especialistas, levar o filhotinho para dormir com você nas primeiras noites. O livro diz que o cão novinho que é poupado de situações muito estressantes tende a ser mais confiante. A recomendação é que o filhote não se sinta completamente abandonado ao chegar à nova casa. Então, ele pode sim dormir com alguém. Depois de alguns dias, quando ele adquirir mais confiança, é possível ensiná-lo a dormir no seu cantinho. Mas antes de levá-lo definitivamente para lá, acostume-o ao local e o associe com experiências positivas, como um lugar onde ele ganha petiscos e brinquedos.

Outro capítulo que achei muito interessante e já falei nesse post é um programa de reeducação alimentar que o livro apresenta, que ajuda os donos no processo de emagrecimento do cachorro. O “Cão de Família” ainda fala sobre o que levar em conta na hora de escolher um cachorro, quais brinquedos e atividades fazem diferença e orientações sobre como manter a saúde e a segurança do pet.

Já o “Manual do Cachorro“, escrito pela adestradora Cláudia Pizzolatto e vendido pela BitCão, também traz em linguagem divertida dicas para educar seu filho cão. O bacana do livro é que apesar da Cláudia ser uma profissional, o discurso é meio de mãe para mãe ou de mãe para pai.

Achei muito divertido e bem fundamentado, por exemplo, o primeiro capítulo em que ela pergunta: “Você está preparado para ter um cachorro”. Dentre as questões está “Qual é o melhor cachorro para apartamento, que solte pouco pelo e fique sozinho o dia todo?”. Cláudia responde o “de pelúcia” e acrescenta que não existe cachorro mudo, que não solta pelos e nem aquele que vai achar o máximo passar o dia inteiro sozinho. É isso aí, gente, concordo com ela.

A adestradora ainda explica por que e como você deve usar a caixa de transporte a seu favor. Preciso incluir isso na minha lista de atividades com meus filhos. E também como agir quando o cão morde o dono, pula nas pessoas, rói tudo, entre muitos outros assuntos.

O “Cão de Família” está custando R$ 49,90 no site da Saraiva e R$ 42,40 no site da Livraria da Folha. Eu comprei o meu pelo Estante Virtual, que vende livros usados, e paguei R$ 39,90. O “Manual do Cachorro” é vendido pelo site da BitCão e sai por R$ 15.

 

A chegada de um novo irmão

Se tem um assunto em que fiquei craque é como apresentar um novo irmão. Afinal, apresentei a DJ ao Ozzy; o Toddy à DJ e ao Ozzy; e o Theo à DJ, ao Ozzy e ao Toddy. Na verdade, a apresentação mais complicada foi do Theo ao Toddy. A adaptação de dois cães do mesmo sexo sempre é mais complicada. Então, vai aí a primeira dica, se você não quiser ter tanto trabalho na adaptação é melhor optar por cachorro de sexo diferente.

Quando o Toddy e a DJ se conheceram aconteceram algumas brigas. Mas elas ocorreram porque o Toddy como um jovenzinho não-castrado enchia muito o saco da DJ, que já não gosta muito de aproximações. Ele montava nela o tempo todo, o que a deixava muito brava. Depois da castração sossegou e eles passaram a conviver bem.

Porém no caso do Theo e do Toddy foi mais complicado. Eu e meu marido erramos na primeira apresentação. Na verdade, já havia lido que esse encontro tem de ser feito em local neutro. Mas promovemos a apresentação na praça ao lado da minha casa, onde o Toddy vai praticamente todos os dias. Resultado: uma briga feroz.

A nossa sorte é que o Theo estava, naquela época, na casa dos meus pais. Então, conseguimos separá-los e fizemos uma espécie de quarentena e recomeçamos o processo de adaptação somente 15 dias depois. Dessa vez, nós escolhemos um lugar neutro, uma praça no meu bairro onde nunca nenhum dos dois havia ido. Eles chegaram em carros separados, eu levei o Toddy e meu marido, o Theo.

Inicialmente, eles apenas se viram de longe. Caminhamos bastante com eles e fomos, aos poucos, diminuindo a distância. Nesse primeiro dia, nem deixamos que eles se cheirassem. Na outra semana, trocamos, eu peguei o Theo e o Rodrigo levou o Toddy. Mais caminhadas e dessa vez permitimos que eles se cheirassem.

A fase seguinte, foi levar o Toddy à casa dos meus pais para que eles se acostumassem com a companhia um do outro em um lugar fechado. Quando se viram, brigas. O Toddy não queria que o Theo se aproximasse do meu marido. Nesse momento, você tem de virar um elemento neutro e ignorar ambos.

Hoje, Theo e Toddy até dormem juntinhos

Outro ponto importante, é não interferir em qualquer briguinha. Rosnados e imprensadas na parede são normais dentro da linguagem canina para demonstrar quem manda no território. Claro que se eles começarem a se pegar pra machucar você deve intervir e colocar ambos na coleira até que se acalmem. O ideal é não separá-los por um longo tempo para que esse processo não fique ainda mais difícil.

A adaptação final do Theo e do Toddy foi a chegada à minha casa. No dia, usamos novamente a técnica do passeio. Andamos bastante com os dois e entramos em casa juntos. Foi um sucesso. No início, havia algumas briguinhas, mas agora cessaram. Só não podemos deixar uma bolinha pra eles disputarem *rs*.

Passeio, a grande técnica – Você pode estar pensando: não tenho esse local neutro para abrigar o novo morador nesse período de adaptação. Então, use obrigatoriamente a técnica do passeio. Como eu já falei acima, vá diminuindo a distância gradativamente e não deixem que eles se encararem. Se um dos dois insistir, seja firme, puxe a guia e siga para outro lado. Uma boa dica é nesse dia estar com petiscos e quando eles estiverem mais perto os alimente ao mesmo tempo para criar uma sensação positiva em relação ao outro.

Canse bastante o primogênito e o novato antes deles entrarem em casa juntos. Separe pote de comida, de água e uma cama para o seu caçula. Na verdade, o ideal é que, pelo menos com água, haja sempre um pote a mais. Ou seja, se você tem dois cachorros, tenha três potes de água. É mais uma medida para evitar disputas.

Outra ação importante é garantir que o cão primogênito tenha seus privilégios. Dê brinquedos, ração, petiscos sempre primeiro para ele. Isso vai garantir que a aceitação seja mais fácil. A adestradora Cláudia Pizzolatto, em artigo para o site Bitcão, salienta até que se, por exemplo, o mais velho quiser tirar o brinquedo do mais novo você deve deixar. Faz parte, diz ela.

No entanto, se tiver de intervir, mostre firmeza e, se necessário, use um spray de ar comprimido. Ele causa um susto suficiente para separá-los. Leve-os para um passeio, primeiro o mais velho, isso já deve acalmá-los.

Inicialmente, você não deve deixar os dois sozinhos. Disputas podem gerar brigas graves. O ideal é que no dia seguinte você faça pequenos testes, saindo e tentando ouvir do lado de fora se há latidos e brigas, depois fique uns cinco minutos e volte.

Ah, e ao sair, certifique-se que deixou apenas água. Qualquer objeto pode virar alvo de disputas.

Aqui vai um resumo para fixar os principais pontos:**
* A adaptação de dois cães do mesmo sexo é mais difícil
* Fazer um passeio com os irmãos em um lugar neutro é a melhor forma de apresentá-los
* Em casa, não interfira em qualquer briguinha. Rosnados e imprensadas na parede fazem partem
* Se houver uma briga séria, leve ambos para passear. O primogênito primeiro
* Dê as coisas – comida, brinquedos – sempre primeiro para o primogênito
* Tenha um pote de água a mais. Se você tiver dois cães, tenha três potes de água

** Para esse post eu usei referências do livro “Adestramento Inteligente”, de Alexandre Rossi, e do artigo de Cláudia Pizzolatto para o site Bitcão.

O que dizem as leis de proteção aos animais domésticos

DJ_codigoComo pais e mães de filhos cães temos deveres e responsabilidades. Natural, já que esses seres domesticados dependem da gente para sobreviver.

Mas pensando naqueles que não têm consciência sobre suas responsabilidades e, pior ainda, naqueles que cometem crueldades contra esses adoráveis seres, o legislador determinou algumas regras e punições.

Apesar de, na minha opinião, termos muito ainda para avançar na proteção legal aos animais, o Brasil possui algumas leis sobre o assunto que devem ser conhecidas. Elas criminalizam maus-tratos, falam sobre posse responsável, disciplinam a condução nas ruas, entre outros assuntos.

Separei leis federais, do estado e do município de São Paulo para mostrar nesse post. Obviamente que outros estados e cidades também possuem legislação específica. Mas creio que com esses exemplos já dá para perceber que, ao menos no papel, há regras significativas de proteção aos bichos, embora não sejam aplicadas como deveriam.

Vou separar por tópicos para facilitar o entendimento.

Maus-tratos
A lei federal 9.605 de 1998 criminaliza os maus-tratos. O artigo 32 diz que para a prática de abuso, maus-tratos e mutilação contra animais domésticos ou da fauna cabe uma pena de detenção de três meses a um ano mais multa. E se ocorrer a morte do bicho a pena é aumentada de um sexto a um terço.

Vocês, assim como eu, provavelmente acham que é pouco. Mas pensem se ao menos essa lei fosse realmente aplicada, certamente, teríamos muito menos casos de crueldade.

A Câmara dos Deputados tem hoje um projeto de lei (PL 2833/2011), de autoria do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), que aumenta a pena para quem mata cão ou gato. No texto original, a punição estabelecida era de cinco a oito anos de prisão. Após passar pela Comissão de Constituição e Justiça, a pena caiu para de três a cinco anos de reclusão. Bem, vamos torcer para que esse texto não seja novamente modificado.

O estado de São Paulo também possui uma lei que fala sobre maus-tratos, é a 11.977. O artigo 2 diz que é vedado “ofender ou agredir fisicamente os animais, sujeitando-os a qualquer tipo de experiência, prática ou atividade capaz de causar-lhes sofrimento ou dano, bem como as que provoquem condições inaceitáveis de existência”. E ainda há parágrafos bem específicos sobre crueldades que proíbem, por exemplo, “exercitar cães conduzindo-os presos a veículo motorizado em movimento”. As penas previstas são advertência, multa e perda da posse do animal.

Posse
Em 2001, a então prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT) sancionou uma excelente lei (13.131) sobre animais domésticos. Infelizmente, sua mais regra interessante, o RGA (Registro Geral do Animal), não vingou.

O registro, de acordo com a norma, seria obrigatório para todos os cães e gatos residentes na capital paulista e deveria ser providenciado entre o terceiro e o sexto mês de idade. O dono deveria se dirigir ao centro de zoonoses ou a uma clínica veterinária credenciada para efetuar o registro. Caso o animal ainda não tivesse tomado a vacina contra raiva, isso seria providenciado na hora.

A lei ainda diz que é de responsabilidade dos proprietários a manutenção de cães e gatos em condições adequadas de alojamento, alimentação, saúde, higiene e bem-estar, bem como a destinação adequada dos dejetos. Eles devem ser “alojados em locais onde fiquem impedidos de fugirem e agredirem terceiros ou outros animais”. As penas previstas são de multa. Bom, né? Pena que não é cumprida.

Condução nas ruas
A lei 13.131, que também é de autoria do Tripoli, ainda fala sobre como os animais devem ser conduzidos nas ruas. Ela é clara: “Todo animal, ao ser conduzido em vias e logradouros públicos, deve obrigatoriamente usar coleira e guia, adequadas ao seu tamanho e porte, ser conduzido por pessoas com idade e força suficiente para controlar os movimentos do animal, e também portar plaqueta de identificação devidamente posicionada na coleira”. Em caso de não cumprimento, a multa é de R$ 100.

Gente, acho que vou imprimir centenas de cópias dessa lei e distribuir nas ruas. Ficou louca com proprietários que andam com seus cães soltos. Além do perigo eminente, é contra a lei!

Além da obrigatoriedade de coleira e guia, o condutor do animal fica também obrigado a recolher as fezes.

Abandono
Outro ponto interessante da lei 13.131 é o que fala sobre as penas aplicáveis para quem abandona bichos na rua.

Diz a regra que “é proibido abandonar animais em vias e logradouros públicos e privados, sob pena de multa no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais), por animal abandonado”.

Já pensaram se essa lei fosse aplicada? Os cofres públicos lucrariam muito.

Doação e venda
A cidade de São Paulo também possui uma lei que disciplina a doação e venda de animais, é a 14.483. Segundo essa regra, “a reprodução de cães e gatos destinados ao comércio só poderá ser realizada por canis e gatis regularmente estabelecidos e registrados nos órgãos competentes”. As penas para quem não cumpre essa lei vão de multa de R$ 1.000 ao fechamento do local e apreensão dos animais.

A norma também disciplina o comércio de bichos por pet shops. Ela diz que “os cães e gatos devem ficar expostos de forma a não permitir o contato com os frequentadores do estabelecimento e cada animal somente poderá ser exposto por um período máximo de seis horas, a fim de resguardar seu bem-estar”, Ta bom que isso é cumprido.

Essa mesma lei também lista regras interessantes sobre a doação de animais. Diz ela: “Antes da consumação da doação e da assinatura do contrato, o potencial adotante deve ser amplamente informado e conscientizado sobre a convivência da família com um animal, noções de comportamento, expectativa de vida, provável porte do animal na fase adulta (no caso de filhotes), necessidades nutricionais e de saúde”.

Bem bonito, né gente, no papel.

Meus filhos cães

Montagem_VALEOlá, pais e mães de filhos cães. Neste primeiro post, vou apresentar a vocês meus quatro grandes amores. São eles: a DJ, o Toddy, o Ozzy e o Theo.

Os dois primeiros vivem na minha casa. São dois vira-latas, com aproximadamente dois e três anos, respectivamente. E os dois últimos moram na casa dos meus pais e têm, por ordem, 12 e dois anos. O Ozzy é um cocker e o Theo, um vira-lata, ou SRD, como alguns hoje gostam de chamar.

O Ozzy é o primogênito. Dos quatro, foi o único que peguei filhote. Uma gostosura de lindo. Hoje é o nosso vovô.

A segunda a chegar à família Pinheiro foi a DJ. Resgatei-a das ruas em 4 de março de 2011. Havia sido atropelada nas proximidades da casa dos meus pais e estava bem machucada. Cuidei e dei muito carinho e hoje minha menina está ótima. Sempre pronta a aprender um novo comando.

No Natal de 2011 veio o Toddy, o nosso galã. Convenceu pela persistência que deveria ser o terceiro filho. “Perseguiu” meu marido e a DJ pelas ruas do nosso bairro e quando eles entraram no prédio ficou “esperando” do lado de fora do portão. Dava para resistir?

Nosso caçulinha é o Theo, que eu e meu marido resgatamos em 6 abril deste ano. Perambulava errante pela rua da minha casa. Não sabia direito como atravessar e, certamente, seria atropelado se alguém não o adotasse. Hoje é o companheiro do Ozzy e vive feliz numa casa com um grande quintal.

Resumidamente, essa é a história da família Pinheiro. Cada um com sua personalidade me proporciona muita alegria. E motivada pela convivência com eles que resolvi criar o Meu Filho Cão, um espaço para trocar ideias e experiências com outras lindas famílias caninas.