Novo sorteio dos calendários Celebridade Vira-Lata

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De quebra, as ganhadoras ainda vão ganhar essa linda foto de Natal minha 🙂

Oi fãs do Meu Filho Cão, como eu falei lá no Facebook e no Instagram, resolvi sortear novamente dois dos calendários Celebridade Vira-Lata, pois duas ganhadoras, Ana Luiza Ribas Rubin e Tânia Ramos, não responderam o e-mail enviado no domingo passado. Bem, dessa vez as sortudas são a Andrea Damas Neris e a Tatiane Modesto. Parabéns!!!

Envio um e-mail para vocês ainda hoje para pegar os respectivos endereços. Na semana que vem, mando pelos Correios os calendários para as duas e também para a Natalia Garcia Bazo, a única que respondeu meu e-mail no sorteio passado.

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Ganhadores do calendário Celebridade Vira-Lata 2015

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Theo fiscalizou a seriedade do sorteio

Nós já temos os ganhadores do calendário Celebridade Vira-Lata 2015. Na verdade, ganhadoras, só mulheres! As sortudas são: Ana Luiza Ribas Rubin, Natalia Garcia Bazo e Tania Ramos. Parabéns! Certamente, o calendário vai deixar a mesa de vocês muito mais bonita.

Entrarei em contato com todas pelo e-mail deixado no formulário para pegar os endereços e enviar o calendário.

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Nesse sorteio, tivemos mais de 100 inscritos, o que me deixou muito feliz. Só para deixar claro, sorteei entre os números 4 e o 121 porque as três primeiras inscrições foram minhas, para testes.

Bem, e quem não ganhou pode comprar o calendário pela loja virtual ou em lojas físicas. Vale muito a pena, além de lindo, toda a renda é revertida para uma causa mais do nobre, castrar cães e gatos de pessoas carentes, protetores e ONGs.

Sorteio de calendários Celebridade Vira-Lata

O Theo amou a edição 2015 do calendário
O Theo amou a edição 2015 do calendário

 

Pelo segundo ano seguido, terei o prazer de sortear entre os queridos leitores do Meu Filho Cão calendários Celebridade Vira-Lata. Dessa vez, tenho dois motivos muito especiais, um, claro, ajudar a causa animal e o outro comemorar a marca de 4 mil fãs na página do Facebook do MFC. Não é demais?!

Para participar é muito simples, basta enviar seu nome completo e e-mail pelo formulário abaixo. Você pode se cadastrar até as 23h59 do dia 28 de novembro. No sábado, 29, farei o sorteio e divulgarei os vencedores aqui no blog, no Facebook e no Instagram. São três calendários de mesa, ou seja, três sortudos ou três sortudas poderão ganhar. Mas só vale uma inscrição por pessoa, ok? 😉

 

 

Falando um pouco mais sobre o calendário, ele nasceu em 2009 a partir de um projeto para ajudar os SRDs (sem raça definida). Com renda destinada à realização de mutirões de castração de cães e gatos carentes, em quatro anos de existência as vendas do calendário já beneficiaram mais de 5.100 animais diretamente e mais de 7.200 se considerados os apadrinhamentos.

Calendário Celebridade Vira-Lata 2015
Calendário Celebridade Vira-Lata 2015

Nesse ano, tive a felicidade de ir ao lançamento do calendário, que ocorreu em 4 de outubro (Dia Mundial dos Animais) em São Paulo. O evento reuniu diversos representantes da causa animal: Centro de Adoção Associação Natureza em Forma, Instituto Nina Rosa, Ampara Animal, Castração Solidária, Projeto Segunda Chance, Diário de uma Mocinha, Procura-se Cachorro, entre outros. Foi muito legal conhecer algumas pessoas que se dedicam de corpo e alma a ajudar os animais abandonados como a Julia Bobrow, do Diário de uma Mocinha, e a Andrea Giusti, do Procura-se um Cachorro. Verdadeiras inspirações de amor e dedicação.

O calendário de 2015, como em todas as outras edições, está repleto de lindos que têm histórias emocionantes de resgate. Alguns deles têm páginas no Facebook ou no Instagram como o Cupcake (instagram.com/cupcakedogy), Café e Django (instagram.com/cafeprejuizo|facebook.com/cafeprejuizo) e Laica (instagram.com/diariodeumamocinha| facebook.com/DiarioDaMocinha).

Há diversas formas de comprar o calendário. Pela loja virtual, na Livraria Cultura ou em locais credenciados nos estados de São Paulo, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, veja os endereços aqui.

Famílias levam seus filhos cães à festa da Estopinha

A anfitriã Estopinha <3 (Crédito: Francine Nagata)
A anfitriã Estopinha (Crédito: Francine Nagata)

Várias pessoas me pediram e decidi, então, fazer um relato sobre a festa da Estopinha. A balada canina para mais de 400 “aumigos”, entre humanos e cachorros, rolou neste domingo (23) na Casa 92, na Zona Oeste de São Paulo, para comemorar as 1 milhão de curtidas que a página do Facebook da famosa vira-latinha já recebeu. Eu fui de forma voluntária para fazer a cobertura jornalística e distribuir a nota para a imprensa. Nada mais justo pois se tratava de um evento beneficente. Todo o lucro obtido de R$ 6 mil foi doado ao abrigo Anjinhos de 4 Patas, mantido pela ONG Ampara Animal.

Gente, posso dizer o que mais me chamou a atenção foi perceber que, realmente, hoje há muitos humanos que consideram seus cachorros verdadeiros filhos. Eles os tratam com toda dedicação e querem interagir com outros pais e mães de peludinhos em eventos como o da Estopinha, feitos especialmente para eles. Conversei com alguns convidados e o discurso que ouvi foi igual: meu cão é como um filho. “A Ruth Marie é tudo para mim. Foi por causa dela que superei um momento difícil da minha vida”, afirmou a Raquel Almeida, mãe de uma simpática dachshund.

Outro aspecto bacana da festa foi perceber que as pessoas acreditam que a Estopinha, hoje certamente a maior celebridade canina brasileira, ajuda a incentivar a adoção de cachorros SRDs, inclusive aqueles que têm algum problema, seja físico ou de comportamento. Para quem não sabe, a Estopa foi adotada pelo Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal, em um abrigo após ser devolvida duas vezes. Os antigos donos alegaram que não conseguiram lidar com ela. O Alexandre queria uma companheira com muita energia, escolheu a vira-latinha e com bastante treinamento canalizou toda a disposição dela para um comportamento positivo. Posso garantir, a Estopinha é uma lady. Recebe todo tipo de ser, humano ou animal, com muita educação e disposição.

A advogada Pollyana Mayer que tem três cachorros, inclusive um idoso deficiente, compartilha dessa opinião. Ela diz que tem observado um aumento de adoções de SRDs, inclusive por pessoas que têm renda para comprar um cachorro de raça. “Moro perto do Morumbi e, de uns tempos para cá, tenho visto por lá muito mais pessoas passeando com seus vira-latas”, contou.

Sucesso da festa – Na minha opinião, muito sucesso da festa, sem acidentes entre os cachorros e humanos, deveu-se à organização. No evento havia vários adestradores da Cão Cidadão, empresa do pai da Estopinha, para administrar e socorrer, caso acontecesse algum problema.

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A balada canina bombou (Crédito: Francine Nagata)

Outra coisa bacana foi limitar o número de cachorros, pelo que eu pude contar, havia mais ou menos 1 cachorro para cada 3 humanos e também o porte dos bichinhos, só podiam entrar cães de até 15 kg. Não que eu esteja dizendo que não dá pra fazer festa para cachorros grandes. Lógico que dá. Eu mesma queria ter levado o Toddy, meu cachorro mais festeiro, mas misturar diversos portes em um local fechado, realmente, pode dar briga séria.

Além disso, a Cynthia Macarrão, mãe da Estopinha e organizadora do evento, conseguiu o apoio de diversos fabricantes e prestadores de serviços da área pet. Os donos puderam distrair seus filhos cães com a Dog Beer, uma cerveja para cachorros que olha deve ser tão boa quanto a de humanos. Trouxe uma garrafa para os meus peludinhos e eles, simplesmente, amaram. Depois até quero fazer uma matéria sobre ela. Tinha também o Ice Pet, que é um sorvete canino. Ganhei algumas unidades e depois conto para vocês se os meus filhos aprovaram. Por lá, deu para ver muitos peludinhos se deliciando.

Nossa, foi, de verdade, bem legal. Torço para que outras empresas e organizações ligadas ao universo pet promovam mais eventos como esse. Aproveito para deixar meus parabéns à Cynthia e ao pessoal da Cão Cidadão pela organização da festa. Um exemplo a ser seguido!

O desaparecimento de Zôe e a importância da identificação

Um dos panfletos sobre o desaparecimento de Zôe
Um dos panfletos sobre o desaparecimento de Zôe

Pode-se afirmar que Zôe teve sorte na vida ao encontrar alguém que a acolhesse. A legítima vira-lata apareceu no portão da Marcia Cappi, assessora de capacitação em saúde, para brincar com as outras cadelas que ela já havia adotado e acabou também entrando para a família.

Essa bonita história, que começou em janeiro de 2011, transformou-se em pesadelo pouco mais de um ano depois. Em abril de 2012, a mãe de Zôe, então com dois anos, resolveu levar a filha a um veterinário na Zona Leste de São Paulo para um hemograma juntamente com outra cachorra de rua que seria castrada.

Marcia explica que como mora em Guarulhos, cidade da região metropolitana de São Paulo, sempre aproveitava a viagem ao vet para levar, ao menos, duas cachorras. “Era véspera de feriado de Páscoa, eu trabalharia só meio período, então, o combinado era deixar na clínica de manhã e pegá-las à tarde”, conta.

Após um hora, veio a notícia desesperadora, Zôe havia fugido pela janela do banho e tosa e não conseguiram alcançá-la. “Eu nem tinha chegado ao meu trabalho e voltei para a clínica na hora”, diz.

Outro panfleto distribuído
Outro panfleto distribuído

No dia do desaparecimento, a mãe de Zôe andou de carro por toda região do córrego onde disseram que a cachorra havia pulado. Chegou até a entrar e andar por 3 km. O feriado inteiro foi de buscas. Ela também distribuiu cerca de 15 mil panfletos e informou o desaparecimento em vários sites e páginas do Facebook. Após um ano, até conseguiu uma reportagem sobre Zôe na TV Record.

Márcia admite que aprendeu da pior forma possível a importância da plaquinha de identificação. Hoje ela mantém seus seis cachorros com coleira e identificados. “Somos nós que temos que nos antecipar às possibilidades de fuga. Muitos casos são de cães que saem para dar a famosa voltinha e certo dia não voltam”, diz.

Quanto custa – Numa rápida busca no Mercado Livre por “plaquinha de identificação gravada”, dá para encontrar produtos a partir de R$ 9,90. A placa de metal também é facilmente encontrada em pet shops, até nos menores.

Se você não quiser comprar a placa, uma alternativa é usar aqueles chaveiros plásticos que têm etiqueta de identificação. Claro, você também terá de comprar uma coleira de pescoço, mas o investimento vale a pena. Acreditem.

Identificação é fundamental para a segurança
Identificação é fundamental para a segurança

Baseada na terrível experiência, Marcia dá outras dicas para os pais e mães de cachorro como, por exemplo, redobrar a atenção durante eventos com fogos de artifício. “Nas festas de fim de ano, por causa dos rojões, muitos animais acabam escapando de casa, fugindo por desespero. Não adianta, temos que protegê-los”, afirma.

Ela também dá um alerta aos donos de cães das raças yorkshire, lhasa apso, shih tzu e maltês. “Tem aumentado o número de roubos. Se o quintal da casa for de fácil acesso, evitem deixar o peludo sozinho”, ressalta.

E, caso o pior aconteça, a mãe de Zôe aponta alguns mecanismos de buscas que podem funcionar. No Facebook, ela indica as páginas Peludos Desaparecidos, Cães Achados ou Pedidos e Pets Achados & Perdidos. Entre os sites: Procura-se Cachorro, Procure 1 Amigo, Cachorro Perdido e PetPista.

Outras duas recomendações são contratar um carro de som, que, segundo Marcia, dá mais certo logo após a fuga e até um detetive. “Quando eu liguei para um, após três meses do desaparecimento, ele me perguntou a raça e há quanto tempo tinha desaparecido. Ele, então, disse que era muito difícil encontrar. E eu respondi: ‘Para Deus, nada é impossível'”.

Após dois anos, ela ainda não perdeu a esperança. “Em abril de 2014, já são dois anos sem minha Zôe. E eu não desisti de encontrá-la”.

A gente também não, Marcia, e torce muito para que você volte a ter a sua filha.