Toddy foi à festa da Estopinha

Estopinha e Alexandre

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A dona da festa com seu pai, Alexandre Rossi

 

No último domingo, levei meu filho baladeiro, o Toddy, à festa da cachorra mais famosa do Brasil: a Estopinha. O evento** realizado na Casa 92, na Zona Oeste de São Paulo, foi para comemorar a marca de 2 milhões de fãs na página do Facebook da vira-latinha e terá o lucro doado para duas organizações de apoio a animais abandonados, Ampara Animal e o Abrigo do Jello.

A festa teve inúmeras atrações e pela quantidade de humanos e cachorros de diferentes tamanhos, posso avaliar que foi sucesso de organização. Ao todo, havia 350 convidados humanos e 125 cães que ficaram espalhados pelos vários cômodos do espaço

Logo ao chegar, enfrentamos uma pequena fila. A demora se tornou um pouco mais incômoda por causa do sol ardido. Na fila, adestradores da Cão Cidadão, empresa do pai da Estopinha, monitoravam o fluxo oferecendo água e petiscos aos dogs e também conferindo se o tamanho do cachorro correspondia ao indicado no ingresso. Só explicando, houve um número limitado de entradas para cachorros pequenos, médios e grandes e foi necessário verificar cada ingresso para checar se o dono havia comprado o ingresso pro tamanho certo.

De cara, já percebemos que nossa balada canina ia ser divertida e também exaustiva. O Toddy, nosso galã-bagunceiro-folgado, não ficava de jeito nenhum no colo. Como estava muito quente, queríamos evitar que ele queimasse as patinhas, mas quem disse que ele parava quieto. Nem a pau, queria mesmo era ficar no chão, cheirando e montando (ai, que vergonha) em todas as cachorrinhas. Quando avistou o primeiro pote de água, não se fez de rogado e mandou logo meio litro d’água pra dentro. Abastecido, já arrumou a primeira confusãozinha, tentou montar numa vira-latinha, que, obviamente, ficou p** da vida e já deu um chega pra lá nele. Também interagiu com alguns dos adestradores, sentando prontamente pra ganhar petiscos. Figuraça.

Toddy passeando no colo na festa da Estopinha
Toddy passeando no colo na festa da Estopinha

 

Ao entramos, ele estava bastante ansioso pra cheirar tudo e todos. Em geral, ele é muito dócil com outros cachorros e também com humanos, mas na festa parecia que queria dominar o pedaço. Não podíamos vacilar que lá ia ele tentar montar nos outros convidados da espécie dele.

O local da festa era dividido em quatro espaços e apenas em um local fechado, monitorado por adestradores, era permitido soltá-los. Em todos os outros, o uso de guia e coleira era obrigatório. Bem, sempre pensando positivo, quis logo levá-lo pra fazer novas amizades no espaço livre. Até porque ele nunca tem chances de interagir livremente com outros cachorros, por questão de segurança sempre o mantemos preso nos passeios na pracinha. Decepção, o cara causou legal. Ficou doidão, correndo alucinadamente de um lado pra outro e montando, claro. Até que, em certo momento, topou com uma garota brava e foi aquela confusão.

Após uma bela bronca, retiramos o pitdog desse espaço e passamos andar com ele o tempo todo na coleira, foi quando conseguimos andar pelo restante do local e falar com outros pais e mães de cachorrinhos. Também demos entrevista! Vejam no vídeo aqui, a partir do minuto 1, o pai dele falando sobre a importância de eventos beneficentes para cachorros abandonados.

Com os humanos, foi só alegria. Ele deixa passar a mão, lambe, brinca, parece demonstrar que adora ser paparicado. As pessoas ficam encantadas com a cor diferente dele e costumam perguntar de que raça ele é. Sempre respondemos, a melhor de todas, Vira-Lata. Alguns, inclusive, reconheceram-no do perfil no Instagram :-).

As atrações e a dona da festa – Bem, voltando à festa, havia algumas atrações como uma cabine de fotos instantânesa, o salão de beleza pet e a mesa de parabéns para a Estopinha. Além de potes de água espalhados por todo o local, os dogs também podiam se deliciar com a Dog Beer, a cerveja pra cachorros (leia mais aqui), ou seja, não dava pra ficar entediado.

Quando a Estopinha chegou com a família, claro, foi aquele alvoroço. Todos parando e querendo tirar fotos com ela, os pais e o irmão Barthô. Eles passaram por todos os ambientes com o objetivo de falar com o maior número de pessoas possível. O Toddy teve uma pequena interação com a dona da festa. Ela deu uma cheiradinha nele, mas felizmente não montou nela. Foi muito rápido *rs*

Ampara Animal e Abrigo do Jello – Ao todo, foi arrecadado cerca de R$ 18 mil, essa quantia com a devida dedução de impostos, será destinada, pelo segundo ano consecutivo, à Ampara Animal, que também  foi beneficiada com o lucro de uma festa promovida pela Estopinha no ano passado (leia como foi). A instituição, que neste ano completa cinco anos, atua em diversas frentes, como promovendo eventos de doação e realizando mutirões de castração em comunidades carentes.

Já o abrigo do Jello, de onde veio o Bartho, irmão da Estopinha, é uma ONG localizada em Campo Limpo Paulista, em São Paulo, que recolhe cães e gatos abandonados nas ruas. Após castração e assistência médica os animais são destinados à doação. Na página do abrigo no Facebook você encontra alguns disponíveis.


** O evento foi organizado por Karen Braune e Vanessa Tamaso, da Braune & Tamaso Assessoria, que contaram com apoios como Bayer, Pet Mode On, Sinteglas, Cãolinária, Casa 92, Petbox entre outros. O MFC parabeniza os envolvidos!

O legado da Mocinha

Toddy com o livro "Desistir Nunca foi uma Opção"
Toddy com o livro “Desistir Nunca foi uma Opção”

Antes de começar a acompanhar a história da Mocinha pelo Facebook, não conhecia nenhum caso público de adoção de cachorros especiais. Era julho de 2013 e a tutora da vira-latinha que havia ficado tetraplégica, a atriz Julia Bobrow, dividia com os seguidores da página o dia a dia da peludinha.

Claro que Mocinha não foi o primeiro animal deficiente a ser adotado. Eu mesma nessa época já tinha a DJ, que é ceguinha de um olho. Mas, para mim, o diário da vira-latinha compartilhado nas redes sociais jogou luz sobre uma questão até então pouco debatida, que a eutanásia não deve de maneira nenhuma ser a única opção para cachorros e outros bichos nessas condições.

Além de esclarecer as pessoas sobre como é possível dar condições dignas de vida a um animal deficiente, a Julia já promovia, enquanto Mocinha era viva, ela morreu em setembro de 2013, um trabalho social na página, compartilhando histórias de outros peludinhos com deficiência e divulgando aqueles que ainda estavam à espera de um lar.

Logo após a morte da cachorrinha, a missão social de Mocinha foi intensificada. Júlia lançou produtos ligados à história da cachorrinha como livro, camisetas, canecas e bichinho de pelúcia. Todos com renda revertida para a causa animal.

 

O livro, lançado em dezembro de 2013, é uma emocionante viagem pela história da vira-latinha. Recheado de belas imagens, a obra não se limita a falar apenas sobre a doença degenerativa que vitimou Mocinha, conta também como era a convivência com suas irmãs caninas, Lola e Laica, mostra a rotina quase normal da cachorrinha que fazia, por exemplo, passeios pelo bairro e pelo parque, e explica como um conjunto coordenado de terapias fez diferença no prolongamento da vida da peludinha.

Como falei acima, os produtos gerados da história da Mocinha ainda incluem outros itens. Um dos que eu tenho mais gosto é a camiseta ilustrada pela Ô de Patas. O bichinho de pelúcia, estilizado como Mocinha, também é fofo.

Theo com a pelúcia da Mocinha
Theo com a pelúcia da Mocinha

Com a renda obtida com a venda desses produtos, Julia consegue custear resgates e processos de adoção de peludinhos que muito provavelmente não teriam chances. Um desses casos foi o da Hera. Vítima de estupro, a cachorrinha foi resgatada pela atriz em Embu-Guaçu, região metropolitana de São Paulo, em péssimas condições físicas. Passou por tratamento, se recuperou e, alguns meses depois, para surpresa da Júlia deu à luz filhotinhos. Todos foram devidamente castrados e doados a tutores responsáveis. Outro que se beneficiou da renda gerada pelos produtos foi o Super. Alvo de tiros de chumbinho, o cachorrinho sofreu bastante para se recuperar, mas graças à dedicação de Julia hoje está saudável e ainda espera por adoção.

Bem, essas são só duas histórias de finais felizes frutos do legado da Mocinha. Se você quiser ajudar a manter esse belo trabalho e ainda por cima comprar produtos fofos e de grande significado aqui vai o roteiro:

  • Camisetas, caneca, button, imã e bichinho de pelúcia podem ser adquiridos na For Pet Lovers
  • Livro “Desistir Nunca Foi uma Opção” estão à venda em livrarias como a Saraiva e a Cultura.

 

Se você quiser saber mais sobre a incrível jornada de Mocinha clique aqui. Vale a pena!

 

Novo sorteio dos calendários Celebridade Vira-Lata

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De quebra, as ganhadoras ainda vão ganhar essa linda foto de Natal minha 🙂

Oi fãs do Meu Filho Cão, como eu falei lá no Facebook e no Instagram, resolvi sortear novamente dois dos calendários Celebridade Vira-Lata, pois duas ganhadoras, Ana Luiza Ribas Rubin e Tânia Ramos, não responderam o e-mail enviado no domingo passado. Bem, dessa vez as sortudas são a Andrea Damas Neris e a Tatiane Modesto. Parabéns!!!

Envio um e-mail para vocês ainda hoje para pegar os respectivos endereços. Na semana que vem, mando pelos Correios os calendários para as duas e também para a Natalia Garcia Bazo, a única que respondeu meu e-mail no sorteio passado.

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Ganhadores do calendário Celebridade Vira-Lata 2015

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Theo fiscalizou a seriedade do sorteio

Nós já temos os ganhadores do calendário Celebridade Vira-Lata 2015. Na verdade, ganhadoras, só mulheres! As sortudas são: Ana Luiza Ribas Rubin, Natalia Garcia Bazo e Tania Ramos. Parabéns! Certamente, o calendário vai deixar a mesa de vocês muito mais bonita.

Entrarei em contato com todas pelo e-mail deixado no formulário para pegar os endereços e enviar o calendário.

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Nesse sorteio, tivemos mais de 100 inscritos, o que me deixou muito feliz. Só para deixar claro, sorteei entre os números 4 e o 121 porque as três primeiras inscrições foram minhas, para testes.

Bem, e quem não ganhou pode comprar o calendário pela loja virtual ou em lojas físicas. Vale muito a pena, além de lindo, toda a renda é revertida para uma causa mais do nobre, castrar cães e gatos de pessoas carentes, protetores e ONGs.

Sorteio de calendários Celebridade Vira-Lata

O Theo amou a edição 2015 do calendário
O Theo amou a edição 2015 do calendário

 

Pelo segundo ano seguido, terei o prazer de sortear entre os queridos leitores do Meu Filho Cão calendários Celebridade Vira-Lata. Dessa vez, tenho dois motivos muito especiais, um, claro, ajudar a causa animal e o outro comemorar a marca de 4 mil fãs na página do Facebook do MFC. Não é demais?!

Para participar é muito simples, basta enviar seu nome completo e e-mail pelo formulário abaixo. Você pode se cadastrar até as 23h59 do dia 28 de novembro. No sábado, 29, farei o sorteio e divulgarei os vencedores aqui no blog, no Facebook e no Instagram. São três calendários de mesa, ou seja, três sortudos ou três sortudas poderão ganhar. Mas só vale uma inscrição por pessoa, ok? 😉

 

 

Falando um pouco mais sobre o calendário, ele nasceu em 2009 a partir de um projeto para ajudar os SRDs (sem raça definida). Com renda destinada à realização de mutirões de castração de cães e gatos carentes, em quatro anos de existência as vendas do calendário já beneficiaram mais de 5.100 animais diretamente e mais de 7.200 se considerados os apadrinhamentos.

Calendário Celebridade Vira-Lata 2015
Calendário Celebridade Vira-Lata 2015

Nesse ano, tive a felicidade de ir ao lançamento do calendário, que ocorreu em 4 de outubro (Dia Mundial dos Animais) em São Paulo. O evento reuniu diversos representantes da causa animal: Centro de Adoção Associação Natureza em Forma, Instituto Nina Rosa, Ampara Animal, Castração Solidária, Projeto Segunda Chance, Diário de uma Mocinha, Procura-se Cachorro, entre outros. Foi muito legal conhecer algumas pessoas que se dedicam de corpo e alma a ajudar os animais abandonados como a Julia Bobrow, do Diário de uma Mocinha, e a Andrea Giusti, do Procura-se um Cachorro. Verdadeiras inspirações de amor e dedicação.

O calendário de 2015, como em todas as outras edições, está repleto de lindos que têm histórias emocionantes de resgate. Alguns deles têm páginas no Facebook ou no Instagram como o Cupcake (instagram.com/cupcakedogy), Café e Django (instagram.com/cafeprejuizo|facebook.com/cafeprejuizo) e Laica (instagram.com/diariodeumamocinha| facebook.com/DiarioDaMocinha).

Há diversas formas de comprar o calendário. Pela loja virtual, na Livraria Cultura ou em locais credenciados nos estados de São Paulo, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, veja os endereços aqui.