Meu Filho Cão de cara nova

Novo logotipo do MFC. Amamos <3
Novo logotipo do MFC. Amamos <3

Olá tios e tias, olha a gente de volta e com novidades: o blog ganhou uma cara nova. Deem uma olhada como nosso logotipo ficou fofo <3. Os avatares das categorias também estão demais.

Agora, se você estiver no celular, basta acessar o menu acima do logo para navegar pelos assuntos Alimentação, Causa Animal, Comportamento, Dia a Dia & Diversão, Produtos e Saúde.

icone-alimentacaoEm Alimentação, encontre posts sobre tudo que vai para a nossa barriguinha. Huuuum! Tem reportagem sobre alimentação natural, petiscos, ração e até receitinhas.

icone-causa-animalJá em Causa Animal, a gente fala de um assunto muito sério, a situação dos doguinhos carentes e que estão pelas ruas. A ideia é ajudá-los a encontrar uma família bem bacana, igual a nossa.

icone-comportamentoAh não esquecemos de abordar os nossos probleminhas de Comportamento e indicar soluções para melhorar a convivência com as nossas mommies, papitos e também com outros doguinhos. Sabiam que problemas de comportamento são uma das principais causas de abandono? Triste, né? Vamos contribuir para mudar isso.

icone-dia-a-dia-diversaoNa categoria Dia a Dia & Diversão tudo o que a gente apronta em casa e na rua. Vem aumentando o número de bares, restaurantes e lanchonetes que aceitam os catioríneos, para nossa felicidade. Além disso, eventos produzidos especialmente para os dogs estão cada vez mais frequentes.

icone-produtosEm Produtos, falamos de … produtos :-P. A mommy está sempre antenada às novidades que chegam ao Brasil e somos grandes testadores, sempre prontos a experimentar novidades. Alguém quer nos contratar?

icone-saudePor fim, mas não menos importante, temos a categoria Saúde. Uma seção em que abordamos além de doenças, métodos preventivos que podem garantir mais anos em nossa companhia.

Esperamos que vocês gostem dessa nova fase do MFC. Prometemos caprichar 😉

Theo, Toddy, Paçoca, DJ (in memorian), Ozzy (in memorian), mommy e papito.

 

Paçoca é o novo integrante da família Meu Filho Cão

Paçoca, o mais novo integrante da família
Paçoca, o mais novo integrante da família

 

Vocês se lembram que no dia 17 de abril eu compartilhei um post no Facebook e no Instagram dizendo que havia resgatados dois cachorrinhos que ganharam nomes provisórios de Paçoca e Pipoca? Pois bem, o Pipoca, que hoje é Klimt, ganhou uma super mãe menos de uma semana depois, como contei nesse post, já o Paçoca foi ficando no lar temporário, a casa dos meus pais. Foi ficando, ficando, ficando e … ficou! Ele agora é o mais novo integrante da família Meu Filho Cão.

Primeiro, vou esclarecer que ele não vai morar comigo, será criado pelos avós, assim como o nosso saudoso Ozzy. O que não será nenhuma tristeza, pois ganhou um quintalzão enorme e a dedicação exclusiva da vovó. Verá os irmãos nos fins de semana :-).

O meu plano a princípio era doá-lo a uma família responsável como aconteceu com o Klimt. Como moro em um apartamento pequeno e já tenho três filhos cães é impossível adotar mais um. Porém, a vovó se apegou ao Paçoquita. Quando levamos o branquinho ela já ficou abalada, no entanto, ainda precisávamos convencer o vovô, que não queria mais ter um cachorro. A sorte é que o Paçoquinha foi bem esperto e ficou super amigo do vovô.

Um cachorrinho para a melhor idade – Por essas coincidências boas da vida, o mais novo integrante da família MFC tem uma personalidade muito tranquila, adequada para um casal da terceira idade. Nesse um mês, ele deu apenas três latidos, ao chegar visitantes à casa ele não pula e fica super feliz de comer, dormir e brincar com a bolinha no quintal. A única coisa que pede é para sair todos os dias, de manhã e à tarde, para o cocô e xixi na rua. Mas até aí tudo bem né porque a vovó passa a ficar obrigada a fazer um exercício *rs*.

Levamos ele ao veterinário, fizemos exame de sangue e a única doença que ele tinha era uma inflamação no ouvido, que já foi resolvida. Agora, só precisa ser castrado, o que devemos providenciar no próximo mês.

O Paçoca se deu super bem com a DJ e o Theo, mas temos um desafio pela frente, fazermos o coroné Toddy aceitá-lo. Na primeira vez que se viram rolou briga. Na verdade, briga não, o Toddy o encurralou na parede para atacá-lo. De lá pra cá, eles já passearam juntos, rolou uma treta, mas em casa foi tudo bem. No último domingo o coroné deu uma canseira nele, marcação cerrada, mas não rolou atrito. Acho que já, já eles estarão super acostumados um outro 🙂

Tirar da rua, cuidar e doar a um tutor responsável = Vitória!

Klint e sua nova mommy, Ana
Klint e sua nova mommy, Ana, no dia da adoção

 

No último post, a gente falou aqui no MFC sobre o que fazer para resgatar um cachorro de rua. Destacamos que ajudar um bichinho abandonado não se limita a tirá-lo da rua. Comprometimento com os cuidados pós-resgate, achar um lar temporário e encontrar uma família responsável para adotá-lo fazem parte das obrigações de quem resgata.

Simples não é, claro. Mas para quem ama os animais de estimação ver esse ciclo ser cumprido é uma grande vitória. Tivemos a felicidade, eu e o meu marido, de cumprir essa missão com um peludinho que resgatamos no dia 17 de abril. Ele estava prostrado na rua do nosso prédio, não conseguia andar e não se alimentava. Estava acompanhado por outro cachorrinho que, aparentemente, o incentivava a caminhar mesmo com dificuldade. Vendo aquela situação triste, nós o levamos ao veterinário e conseguimos um lar temporário para eles. Sim, para eles. Não íamos deixar o outro largado na rua. 

No mesmo dia do resgate, já compartilhei a história do dois no Facebook. Para minha surpresa, já surgiu uma interessada. Uma colega do meu marido viu a foto do então Pipoca e se apaixonou. Porém, antes de alguém adotá-lo, tínhamos alguns compromissos, verificar se ele não havia fugido, dar vacina, vermifugar e castrar. Esse último procedimento deveria aguardar algum tempo, pois ele estava bem debilitado, ao menos uns 3 kg abaixo do peso mínimo.

Bem, no dia 23 levamos o Pipoca para a interessada conhecer no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Seu companheiro Paçoca também foi, afinal a gente sabe que o contato ao vivo é bem diferente e talvez a moça gostasse mais do Paçoquinha. Mas não, ela curtiu mesmo foi o branquinho. Foi paixão à primeira vista!

Klint

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O dia que o Klint chegou à casa nova

Conversamos bastante sobre os prós e os contras de ter um cachorro, como a rotina dela seria impactada e a candidata a mãe de cachorro, para nossa felicidade, fez diversas perguntas, mostrando-se já super interessada em obter o máximo de informações para levá-lo naquele dia. Ela se comprometeu a castrá-lo e adorou todas as nossas sugestões: creche, adestramento e algumas regrinhas a serem seguidas para ensinar aquelas coisas básicas, como xixi e cocô.

E assim foi. O Pipoca, agora Klint, partiu para a nova casa. Hoje faz uma semana que ele ganhou uma nova mãe, a Ana. Foi à veterinária, que pediu exames de sangue, coração e fezes. Se estiver tudo bem, ele poderá ser castrado. Eba! Já tem um passeador, vários brinquedinhos, e a mãe nos contou que quase chorou ao ver a festa que ele fez ao vê-la chegar após o trabalho.

Viva, estou muito realizada! O Klint será já é muito feliz 😀 <3

 

Quer resgatar um cachorro da rua? Saiba o que fazer

Esses dois lindos foram resgatados por mim ni dia 17 de abril.
Esses dois lindos foram resgatados por mim ni dia 17 de abril.

 

Quando decidi escrever esse post, as duas primeiras frases seriam as seguintes: “Eu, como muitas outras pessoas, já resgatei cachorrinhos da rua. No meu caso, os três resgatados passaram a fazer parte da família, são os famosos Theo, Toddy e DJ, que vocês já devem conhecer :-)”, mas…

Acontece que no último domingo (17), quem nos acompanha no Facebook e no Instagram pode conferir que eu e o papito do Theo, do Toddy e da DJ acabamos por retirar da rua mais dois peludinhos, provisoriamente batizados de Paçoca e Pipoca. Os lindos estão em um lar temporário e serão encaminhados para adoção assim que estiverem saudáveis e castrados.

Nesse último resgate que realizei já tinha muitas informações sobre como proceder, afinal foi o quarto que fiz e de lá pra cá meus conhecimentos cachorrísticos *rs* aumentaram bastante. No entanto, quando peguei os três da família Meu Filho Cão admito que agi só com a vontade. Não tinha nenhuma referência sobre a melhor maneira de abordar um cão abandonado, o que fazer após tirá-lo da rua ou mesmo os canais para encaminhá-lo à adoção, se fosse o caso.

Theo, Toddy e DJ também foram retirados das ruas
Theo, Toddy e DJ também foram retirados das ruas

Os três foram retirados das ruas entre 2011 e 2012, quando, vamos admitir,  havia menos informação na internet sobre cachorros, mas mesmo hoje percebo que há muita gente que não sabe como proceder nessa situação. Tem boa vontade, mas tem medo que o cachorro avance na abordagem, por exemplo, ou de não conseguir um adotante.

Por isso, resolvi fazer um post com algumas orientações sobre como agir nessas situações. Claro que as dicas não saíram da minha cabeça, já que não sou especialista. Pedi à nossa querida colunista, a adestradora e consultora comportamental da Cão Cidadão Juliana Nishihashi indicações sobre o resgate e os dias seguintes com o peludinho até que ele ganhe uma família. Também peguei umas dicas no site da World Animal Protection (post na íntegra).

Vamos às recomendações

1 – CUIDADO AO SE APROXIMAR: cães em situação vulnerável, muitas vezes abandonados há tempos e sofrendo maus tratos nas ruas, podem ser muito desconfiados. Mesmo se o cão estiver prostrado ou demonstrando ser dócil, tome cuidado ao se aproximar: observe se ele rosna, se esquiva ou tem postura tensa. O ideal é tentar delicadamente ‘lacá-lo’ com uma coleira tipo enforcador de tecido, que é leve e quase imperceptível. Mas mesmo assim, esteja pronto para alguma relutância do peludo – afinal, ele tem toda razão para desconfiar dos humanos.

2 – RUAS MOVIMENTADAS OU ESTRADAS: se estiver em uma via movimentada, peça ajuda de um amigo ou de quem estiver passando para afastar o animal dos carros. Em estradas você pode pedir ajuda à Polícia Rodoviária, que costuma ter equipamentos para resgatar animais com segurança.

3 – LEVE AO VETERINÁRIO: encaminhe o peludo imediatamente ao veterinário ou deixe temporariamente isolado, se tiver cães em casa. Cães abandonados podem ter doenças visíveis (pulgas, carrapatos, sarna) ou invisíveis (cinomose, parvovirose). O veterinário vai poder auxiliá-lo logo no início a evitar ou lidar com possíveis doenças, além de poder dar a idade estimada do cão (informação que poderá ajudar na adoção futura).

4 – ONDE O CACHORRO VAI FICAR – na sua casa ou outro lar temporário. O ideal é que isso seja pensado antes de retirar o peludo da rua, nada pior do que ter um cão e não ter onde colocá-lo. O lar temporário (LT) não precisa ser chique nem espaçoso – o cão certamente ficará grato só de ter um local seguro e protegido, comida e água fresca. Caminha e alguns brinquedos também são bem vindos, especialmente se o cão resgatado for filhotão. Atenção: ONGs e centros de zoonoses sempre enfrentam superlotação e falta de recursos, ou seja, se você tirou da rua a responsabilidade é sua de encontrar um lar temporário até que o bichinho seja adotado.

5 – CASTRE – quer salvar um cão ou gato? Castre. Tirar um animal da rua resolve um problema, mas a castração previne vários, inclusive a proliferação de animais abandonados, além de prevenir diversas doenças.

6 – NÃO TEM DINHEIRO? – seja criativo, faça uma rifa ou uma “vaquinha“ online, chame seus amigos para ajudar, monte um grupo de “padrinhos” do cão ou gato, procure serviços gratuitos. Há também clínicas que atendem por um custo mais baixo. Como nos hospitais veterinários universitários. Veja aqui uma lista nacional que já publicamos no blog. Nesse outro link há uma relação de clínicas de baixo custo, ligadas a ONGs, em SP.

7 – SERÁ QUE ELE SE PERDEU? – faça contato com ONGs e sites que divulgam cães perdidos. Talvez o peludo tenha fugido de uma casa ou durante um passeio e haja uma família desesperada atrás dele! Aproveite também para deixar fotos com descrição do cão e do local onde ele foi achado nos pet shops das redondezas e locais de alta circulação de pessoas, como padarias, drogarias e bancas de jornais do bairro. Talvez esse cão nem precise passar pelo processo de adoção, e volte direto para casa.

8 – COMPARTILHE NAS REDES – as redes sociais hoje são o melhor canal para encontrar um dono pros peludinhos. Seja no Facebook, Twitter, Instagram ou em sites de adoção. Capriche na foto, no texto fofo e invista na descrição do lindo. Isso aumenta as chances dele de achar um interessado.

9 – PARA FOTOS BACANAS – tente também levá-lo a feiras de adoção e faça uma sessão de fotos, o que pode ajudar no “marketing” do peludo (um app interessante). Ensinar alguns comandinhos básicos também pode facilitar o contato com possíveis adotantes – quem não acha lindo um cachorro dando a patinha?

10 – SEJA RESPONSÁVEL NA ADOÇÃO – não doe para qualquer pessoa. Muita gente acha o animal fofo e adota por impulso, sem se dar conta de que esta é uma responsabilidade de 10 a 20 anos. Se o cão ou gato que você ajudou for morar em um lar onde não é alimentado ou sofre maus-tratos, de que adianta? Portanto, mantenha o contato e deixe claro à família que caso ela não queira mais o animal, que o devolva a você, não o jogue na rua.

Eu sou o Lobo. Quer me adotar? <3

Oi, eu sou o Lobo. Quer me adotar?
Oi, eu sou o Lobo. Quer me adotar?

 

Me chamo Lobo. Na verdade, esse é o nome que as tias que estão cuidando de mim me deram quando apareci perambulando nas ruas do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo. A minha história é muito parecida com muitas que ouvimos por aí, um dia do mês de dezembro surgi sem rumo andando pelas ruas desse bairro. Não se sabe ao certo se fugi ou se me abandonaram. Tem uma história, não comprovada, de que uma pessoa num carro me largou numa rua sem saída à noite. Fato é que apesar de muita divulgação, ninguém veio me procurar e agora to aqui, triste, sem família, vivendo na rua, sendo ajudado por tias com coração enorme que estão me alimentando e levando ao veterinário. O que eu mais quero claro é uma família? E se você quiser me adotar é só deixar um comentário aqui no post ou escrever para meufilhocao@gmail.com.

Sou um grandão muito dócil
Sou um grandão muito dócil

Vamos às minhas características, sou um grandão extremamente dócil. Hoje estou pesando 21kg, mas estou abaixo do meu peso ideal, devo segundo a veterinária, engordar mais pelo menos uns 10kg. Tenho aproximadamente seis anos. Fui tosado neste sábado (20) para ajudar a cicatrizar uma ferida que tenho no peito, mas meu pelo é super fofo e macio. Sou malhado de cinza e preto. Um verdadeiro lobo de olhos cor de mel.

Além da ferida no peito, estou com otite, que também está sendo tratada pelas tias que estão cuidando de mim. Já sou castrado e serei entregue à minha nova família vermifugado e vacinado 🙂

Vejam como eu sou peludo. Lindo, né?
Vejam como eu sou peludo. Lindo, né?

Me dou muito bem com outros cachorrinhos, não brigo com os cachorros das tias que cuidam de mim e também deixo que elas me deem remédios e cuidem da minha ferida. Se você vier aqui poderá comprovar, sou muito carente, logo deixo passarem a mão na minha cabeça. Aaah, outra coisa, eu sei andar de carro, o que demonstra que já tive família, vou direitinho no banco de trás.

E aí caibo no seu coração e na sua família? <3 Se sim, escreva para meufilhocao@gmail.com

 

 

 

Sou um doce de menino
Sou um doce de menino