Meu Filho Cão de cara nova

Novo logotipo do MFC. Amamos <3
Novo logotipo do MFC. Amamos <3

Olá tios e tias, olha a gente de volta e com novidades: o blog ganhou uma cara nova. Deem uma olhada como nosso logotipo ficou fofo <3. Os avatares das categorias também estão demais.

Agora, se você estiver no celular, basta acessar o menu acima do logo para navegar pelos assuntos Alimentação, Causa Animal, Comportamento, Dia a Dia & Diversão, Produtos e Saúde.

icone-alimentacaoEm Alimentação, encontre posts sobre tudo que vai para a nossa barriguinha. Huuuum! Tem reportagem sobre alimentação natural, petiscos, ração e até receitinhas.

icone-causa-animalJá em Causa Animal, a gente fala de um assunto muito sério, a situação dos doguinhos carentes e que estão pelas ruas. A ideia é ajudá-los a encontrar uma família bem bacana, igual a nossa.

icone-comportamentoAh não esquecemos de abordar os nossos probleminhas de Comportamento e indicar soluções para melhorar a convivência com as nossas mommies, papitos e também com outros doguinhos. Sabiam que problemas de comportamento são uma das principais causas de abandono? Triste, né? Vamos contribuir para mudar isso.

icone-dia-a-dia-diversaoNa categoria Dia a Dia & Diversão tudo o que a gente apronta em casa e na rua. Vem aumentando o número de bares, restaurantes e lanchonetes que aceitam os catioríneos, para nossa felicidade. Além disso, eventos produzidos especialmente para os dogs estão cada vez mais frequentes.

icone-produtosEm Produtos, falamos de … produtos :-P. A mommy está sempre antenada às novidades que chegam ao Brasil e somos grandes testadores, sempre prontos a experimentar novidades. Alguém quer nos contratar?

icone-saudePor fim, mas não menos importante, temos a categoria Saúde. Uma seção em que abordamos além de doenças, métodos preventivos que podem garantir mais anos em nossa companhia.

Esperamos que vocês gostem dessa nova fase do MFC. Prometemos caprichar 😉

Theo, Toddy, Paçoca, DJ (in memorian), Ozzy (in memorian), mommy e papito.

 

DJ e Theo adoraram os novos ossinhos da BioDog

 

Eu contei há algum tempo aqui no MFC que o ossinho preferido dos meus filhos cães é o Beiju da BioDog. Esse amor todo vem principalmente da DJ, nossa roedora favorita . Em 2014, cheguei a entrar em contato com o fabricante, pois não achava o produto nos petshops. Depois de uma troca de mensagens com o SAC da empresa, a relação da família com a marca se estreitou ainda mais, eles já nos mandaram uma caixa cheia de Beiju no aniversário do Theo, outros itens da marca no Dia das Mães desse ano e o último mimo que a BioDog mandou para os meninos experimentarem foi o Stick, um lançamento da marca.

DJ 'afiando os dentões' com o Stick
DJ ‘afiando os dentões’ com o Stick

Desconfiava que a DJ ia gostar, mas não tanto! O Stick é feito de tiras de carne bovina e é bem mais duro que o Beiju, que na maioria das vezes se esfacela. Ou seja, perfeito para a minha oncinha afiar os dentões.

O Theo, apesar de também gostar de ossos duros, precisou daquele incentivo básico “a DJ vai pegar” para engatar, mas quando provou não largou mais. Apesar de não ter tanta técnica como a DJ na destruição de ossos, ele tem uma mordida bastante forte, o que facilita o trabalho.

O único que não se empolgou muito foi o nosso “Café Toddy com leite”, o urso marrom tem os dentes pequenos e costuma não se empolgar com desafios.

Mais novidades – Além do Stick, a empresa também lançou o Chips. Esse já havia comprado e foi sucesso absoluto entre os três. Como ele é bem crocante e mais molinho até o “Toddy com leite” curtiu. O Chips também é fabricado com carne bovina desidrtada e, segundo o fabricante, não tem conservantes e corantes e é de baixa caloria.

Ah, só pra esclarecer, eu sempre ofereço os ossinhos sob supervisão para que no caso de engasgos ou brigas eu possa intervir. Nunca aconteceu nenhum acidente aqui em casa, mas nesses casos é sempre melhor estar de olho.

Stick da BioDog (Crédito: Divulgação)
Stick da BioDog (Crédito: Divulgação)

Stick
Apresentação: embalagem com 3 unidades
Locais de venda: Petz, Cobasi, petshops de São Paulo e e-commerces do segmento pet
Preço sugerido: R$ 10,90

 

 

Chips da BioDog (Crédito: Divulgação)
Chips da BioDog (Crédito: Divulgação)

Chips
Apresentação: embalagem com 10 unidades
Locais de venda: Petz, Cobasi, petshops de São Paulo e e-commerces do segmento pet
Preço sugerido: R$ 11,90

 

Outlet de produtos pet em SP tem itens pela metade do preço

Outlet da Petz na Marginal Tietê (Crédito: Divulgação)
Outlet da Petz na Marginal Tietê (Crédito: Divulgação)

 

A Petz, rede de pet shops com 37 lojas no país, inaugurou um outlet em São Paulo com produtos pela metade do preço. O espaço de compras foi instalado na loja matriz, localizada na Marginal Tietê.

São cerca de 2 mil itens, incluindo artigos importados e nacionais de coleções passadas com descontos de 50%. Entre os produtos estão coleiras, guias, brinquedos, caixas de transporte, caminhas, comedores, petiscos e roupas.

Com 800 metros quadrados, o espaço funciona no piso superior da unidade Petz Marginal Tietê, todos os dias das 8h às 23h, inclusive aos sábados, domingos e feriados. Rações e medicamentos ficam de fora do mix do outlet.

Por já oferecer produtos com desconto, os itens do outlet não recebem os benefícios do programa de fidelidade Petz e não podem ser trocados, mas as compras podem ser parceladas a partir de R$ 140.

Alguns produtos à venda:
Bebedouro MP Smart, 1,5 litro – de R$ 32,99 por R$ 16,50
Osso Pet Bistro, com duas unidades – de R$ 4 por R$ 2
Areia importada para gatos Cat Leader Classic, 5 kg – de R$ 32,90 por R$ 16,45
Caixa de transporte MP – de R$ 118,99 por R$ 59,50

Serviço:
Petz Marginal Tietê
Av. Presidente Castelo Branco, 1.795 – Pari.
Tel.: (11) 2797-7400
Horário de funcionamento: das 8h às 23h.

Veja comparação entre capas de banco de carro

Prestem atenção na quantidade de pelinhos *rs*
Prestem atenção na quantidade de pelinhos *rs*

 

Eu e o papito levamos a galera pra lá e pra cá de carro: visitas à casa do vovô e da vovó, veterinário, passeios no parque. A gente gosta mesmo de carregar nossa cãobada. Resultado: nós e eventualmente nossas caronas sempre saem desfilando a moda pelinhos, que a gente adora, mas vamos combinar nem sempre é adequada.

Confesso que nunca me importei muito, mas tempo desses quando Theo, que é branco, chegou ao período da troca de pelos a situação ficou insustentável. Se estava de preto, saía do carro listrada de branco. Porque vocês sabem, né, os pelos grudam em tudo menos no cachorro 😛

Acabei vendendo o meu carro (fiz higienização interna antes *rs*), mas o papito trocou o dele e acabou comprando um com banco de couro. Aí arrumamos dois problemas, além dos pelinhos, as unhas deles poderiam furar o banco. Então, decidimos ir em busca de capas.

Antes de falar da compra propriamente dita, quero dizer que a minha impressão é que há poucos modelos disponíveis. Não sei se é uma deficiência do mercado brasileiro, mas após usar dois modelos, percebemos que há possibilidade de produzir outros tipos de capas, que acabamos não achando para comprar.

As capas que compramos

A primeira que adquirimos foi a da Chalesco pelo site PetLove. Muito bonita, porém na primeira vez que a usamos com os dogs percebemos um problema. Como ela é curta e cobre apenas o encosto e o assento, quando os cachorros andam juntos fica aquela confusão e lógico ela bagunça e a proteção vai pro beleléu. Resolvi testar no meu antigo carro, que tem banco de tecido, nele funcionou melhor, especialmente se apenas um cachorro for transportado, mas com a galera também não alcançou minha expectativa, deixou o banco descoberto.

A capa da Chalesco no nosso carro.
A capa da Chalesco no nosso carro.

 

A capa da Bitcão no nosso carro
A capa da Bitcão no nosso carro

 

Bem, partimos para a segunda compra, afinal tínhamos que resolver a questão. Adquirimos a capa da Bitcão. Como ela fica presa nos encostos do banco traseiro e dianteiro a esperança era que ela cumprisse a função. Olha, realmente, ela nos atendeu muito melhor. A característica de formar um U protege bem mais o banco. Porém adivinhem, o bando ainda conseguiu tirá-la nas pontas do banco.

Tivemos então a ideia de usar uma capa sobre a outra, colocamos a da Chalesco por baixo e a da Bitcão por cima. 99% do problema resolvido, mas aquele 1%…

Sim, é fato que a galera causa pra caramba no carro. Se um dia vocês ouvirem um carro passando com latidos que ultrapassam os decibéis de uma festa de aparelhagem é a família Meu Filho Cão rererere. Porém, queríamos deixar uma sugestão, fabricantes produzam uma capa comprida que vá até o assoalho do carro e que possa ser presa embaixo dos bancos do motorista e do passageiro, assim a gente acredita que a chance do banco ficar descoberto é bem menor. Ah, e convidem meus filhos pra testar o produto :-).

Crédito: Chalesco
Crédito: Chalesco

Capa da Chalesco para Carro
Onde comprar: petlove.com.br
Preço: R$ 129,90

 

 

Crédito: Bitcão
Crédito: Bitcão

Capa Protetora para Banco de Automóvel
Onde comprar: bitcao.com.br
Preço: R$ 109,80

Uber Pet é cancelado sem aviso e transporte de cães volta a ficar difícil

A mãe da Fiona ao usar o Uber após o cancelamento do Uber Pet
A mãe da Fiona ao usar o Uber após o cancelamento do Uber Pet (Crédito: Danielle Mesquita)

 

Qual não foi a minha surpresa quando às vésperas da quimioterapia da DJ, no dia 25 de abril, descubro que o Uber Pet foi desativado. Nunca havia usado o serviço na categoria pet, mas desde que a opção foi lançada li diversos relatos sobre a excelência do atendimento.

Então, crente que o serviço ainda estava ativo, entrei no aplicativo um dia antes pra estimar o valor da corrida. Mexo, fuço e não encontro o Uber Pet. Peço ao papito pra olhar no celular dele e nada. Vou, então, ao site do Uber, Facebook e Twitter e nenhuma menção sobre o serviço. Daí tive a ideia de fazer a pesquisa “uber pet” no Twitter. Me deparei com vários relatos de pessoas também surpresas com o sumiço da opção, outras que haviam questionado o Uber sem resposta e pior relatos péssimos de mães e pais de cachorros que já tinham usado Uber após a desativação do Uber Pet. Sim, o serviço foi descontinuado e a empresa não comunicou os usuários, ao contrário do que fizeram no lançamento, quando os usuários receberam e-mail e posts nas redes sobre a novidade.

Assim como outros tutores, no mesmo dia, questionei a empresa pelo Twitter e não obtive resposta. Mesmo assim decidi que usaria Uber, já que não tinha outra alternativa. Na ida à clínica que fica na Vila Prudente, Zona Leste de São Paulo, eu moro na Zona Sul, só para vocês terem uma ideia, eu e a DJ ganhamos uma carona do papito. Na volta, então, tivemos de pedir o Uber.

DJ voltou a fazer quimioterapia
DJ voltou a fazer quimioterapia

Fiz a primeira solicitação, um Uber X, após chamar o motorista pelo aplicativo, liguei para perguntar se ele aceitava animais. Tinha lido no Facebook que essa era a nova orientação da empresa, ligar após fazer o pedido. Aqui, abro um parênteses para dizer que acho isso, no mínimo, um saco, já que se uso um aplicativo pra chamar um serviço, não quero telefonar a não ser em caso de urgência. Mas ok liguei.

De primeira, o motorista já me perguntou qual era o tamanho da cachorra. Respirei fundo, respondi que era de tamanho médio. Em seguida, ele indagou: “Solta pelos?”. Oi, é uma cachorra!! Não respondi assim, claro, disse muito educadamente que sim ela solta pelos. Ele me respondeu por fim que não poderia nos transportar.

Parti para uma segunda chamada, já bem aflita pois estava atrasada para o trabalho. Mesmo procedimento. O segundo motorista falou que poderia nos levar se tivéssemos “algum pano”. Disse que estava munida de uma fralda, que absorveria vômito, caso houvesse. Ele topou a corrida para o meu alívio. Vale lembrar aqui que quando existia o Uber Pet os carros já vinham preparados, com capa protetora de banco.

O atendimento do motorista foi ok, e a DJ foi uma linda, ficou calminha e não vomitou, apesar de estar num carro desconhecido.

Mais relatos – Para saber como tem sido o atendimento a outros pais e mães de dogs, falei com algumas amigas e uma mãe de cachorro que contactei pelo Facebook. Na opinião de Danielle Mesquita, mãe de uma golden retriever e da bulldog francês Fiona, o cancelamento do serviço foi decepcionante. Ela me contou que usava o Uber Pet quase diariamente e ficou muito ofendida com o tratamento que recebeu do motorista. “Outro dia, tive que pedir um Uber. Liguei para o motorista para saber se havia problema da bulldog ir comigo. Ele fez uma série de perguntas e eu me senti muito ofendida”, diz Danielle.

A mãe da Fiona relatou que na conversa por telefone o motorista alegou que não aceitaria a corrida pois se tratava de uma raça brava e que soltava pelos. Após dar garantias de que a cachorra não tem essas características e iria no colo o motorista topou levá-las. “A Fiona teve que ir no meu colo, não podia passar para o banco de jeito nenhum”, afirma.

Danielle ainda ficou chateada com o silêncio do Uber após uma reclamação que fez na Página da empresa. Ela foi insultada por outro fã da Página que comentou que ela “deveria ter carro” para levar sua “cachorra imunda” pra onde quisesse. “O Uber não se pronunciou em nada”, lamenta.

Experiências com outras empresas – Outra usuária que ficou decepcionada com o cancelamento do Uber Pet sem aviso foi a Marília Juste, mãe da Cacau e da Flocos. Ela já tinha usado o serviço antes da desativação e ficado satisfeita. Porém, quando descobriu que não havia mais o Uber Pet decidiu usar a 99Taxi, que tem uma opção “Animais de Estimação”. “Eu liguei para o motorista para confirmar e ele não fazia ideia de que se tratava de corrida com um animal”, revela.

Após explicar que sua cachorra é pequena o motorista aceitou a viagem a contragosto. “Foi como se ele estivesse me fazendo um favor”, reclama.

Os cancelamentos de corrida com cachorro em táxis era comum na vida da Elida Oliveira, mãe da Serena, por isso ela comemorou quando o Uber Pet foi lançado. Após a desativação, ela usou o Uber comum e dentre as experiências que ouvi foi a menos pior. “O moço olhou meio assim, mas eu disse que deixaria ela quietinha no chão do banco da frente. Daí ele concordou e disse que também tinha cachorro”, relata.

À esq., Cacau não curtiu a experiência no 99 Táxi, já Serena teve viagens boas no BlaBlaCar (Créditos: Marília Juste e Elida Oliveira)
À esq., Cacau não curtiu a experiência no 99 Táxi, já Serena teve viagens boas no BlaBlaCar (Créditos: Marília Juste e Elida Oliveira)

 

Um ponto interessante na experiência da mãe da Serena é que ela não encontrou no aplicativo do Uber uma maneira de falar antes com o motorista, o que acende um alerta para a dificuldade no procedimento de ter que ligar para confirmar a corrida.

Além do Uber e táxis, a Elida também já experimentou o BlaBlaCar, um aplicativo de compartilhamento de viagens intermunicipal. Na plataforma os usuários têm de indicar suas preferências. Por exemplo, se gosta de ouvir música, se permite fumo e se aceita animais. A Elida, então, resolveu testar o serviço em uma viagem São Paulo-Curitiba-São Paulo com a Serena, que tem mais de 10 kg. “Foi tranquilo. Só tive que pagar dois assentos, mas foi mais barato do que uma viagem de avião”, avalia.

Para ser aceita na viagem, ela também forneceu uma capa para o banco e um cinto de segurança para cachorros. Foi bom porque a Sereninha vomitou no trajeto de volta. Faz parte, né Sereninha? 😉

O que o Uber diz (ou não) – Procurei a assessoria do Uber na última quarta (18) para saber o que a empresa diz sobre o cancelamento sem aviso, as reclamações dos usuários e se há possibilidade da opção ser reativada. A empresa entrou em contato por e-mail e telefone, porém não respondeu às seguintes perguntas que enviei:

– Por que o Uber não informou os usuários (e-mail, redes sociais…) sobre a desativação do Uber Pet?

– Eu e outros usuários que entrevistei relataram diversas dificuldades em usar o Uber com seus animais após a desativação do serviço. No meu caso, o primeiro motorista recusou a corrida porque minha cachorra solta pelos e é, na opinião dele, grande (15kg) e o segundo aceitou após muita insistência. O que vocês têm a dizer sobre essas situações?

– Vocês avaliam a possibilidade de reativar o serviço após as reclamações dos usuários?

A empresa se limitou a enviar uma nota oficial que vocês podem ler na íntegra abaixo.

Resumo da história, mais uma vez voltamos à estaca zero no transporte de cachorros, especialmente se eles forem de médio e grande porte.


 

Nota do Uber na íntegra:

No Brasil, todos os serviços prestados pelos motoristas parceiros da Uber passaram a ser pet friendly – ou seja, animais de estimação podem ser aceitos por eles. Ao logo do tempo aprendemos que motoristas parceiros cinco estrelas sempre tem um objeto para proteger os bancos e assim proporcionar uma viagem cômoda para seus usuários e respectivos animais.
Passageiros também podem estar sempre preparados. Já vimos exemplos de pessoas que mantém uma canga para que possam proteger os bancos do carro do motorista parceiro.

Vale destacar que para animais de serviço a aceitação é obrigatória e prevista em Lei.