Roupinhas baratas em SP e na internet

 

Roupinhas da roupadecao.blogspot.com
Roupinhas da roupadecao.blogspot.com

Eu ponho roupinhas nos meus filhos cães, mas, sempre respeitando um princípio básico: o conforto deles. Tenho uns parâmetros. Como São Paulo tem dias mais frios, quando há uma mudança brusca de temperatura ou faz menos de 15 graus, eu coloco roupinha.

Na minha opinião, ela não é um item essencial, especialmente, para cães de apartamento. Mas é inegável que os nossos filhotes ficam fofos agasalhados. E noto que também mais confortáveis. Em casa, vejo que a DJ e o Theo, que são mais magrelos, costumam ficar encolhidos quando está frio. E vocês sabem que, às vezes, cobri-los com cobertor não adianta, os danadinhos se descobrem.

Roupinhas para cães na 25 de Março

Bem, pensando sob esse aspecto, roupa não é essencial, mas é bom ter algumas para os dias mais frios, fui atrás de algumas opções BBB (boas, bonitas e baratas) em São Paulo. Gente, não está fácil, cheguei a ver roupas custando até R$ 100. Para mim, um absurdo. Fui, então, à 25 de Março, rua da pechincha em São Paulo. Lá, encontrei algumas bancas com modelos muito bonitinhos, especialmente para os cães menores. Na própria 25 há, pelo menos, três bancas. Elas ficam na calçada dos números pares, após o Armarinhos Fernando.

As roupas custam de R$ 10 a R$ 25. Fui durante o inverno, então, a maioria eram de soft, mas acredito que eles produzam modelos mais leves durante o verão. Infelizmente, não há tantas opções para cães de médio e grande porte. Vi, por exemplo, uma camisa xadrez fofa, mas só em tamanho pequeno. Há outra banca na Ladeira da Constituição, também com mais modelos para pets menores.

Outra opção para comprar roupinhas em conta é a Lojas Mel. Lá vi modelos que custam entre R$ 14,99 e R$ 39,99. A roupa mais cara era um vestido grande de soft e a mais barata um modelo para macho nº 1. Não há muita variedade, mas lá dá pra pagar com cartão, o que facilita. Na 25 de Março só é possível pagar com dinheiro.

DJ de vestidinho. Fofa!
DJ de vestidinho. Fofa!

Agora o meu grande achado foi uma banca na feirinha da Praça da República. Encontrei-a fazendo buscas na internet. O dono da banca mantém um blog, o roupadecao.blogspot.com.br. Ele expõe na Praça da República aos domingos e numa feirinha na Vila Maria em outros dias da semana. E também vende pela internet. As roupas custam entre R$ 5 e R$ 10 (VIVA!) e são de muito boa qualidade. Gostei muito do corte delas, não ficam apertadas no entorno das patas dianteiras, tão pouco no pescoço, como já aconteceu com algumas que comprei. Há roupas de soft e de algodão, e o Rafael, um dos proprietários da banca, me garantiu que eles estão diversificando a produção. Boa opção, recomendo.

Serviço

  • Lojas Mel em São Paulo

– Avenida Jabaquara, 2524 (São Judas)

– Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 1065 (Conceição)

– Rua Greenfeld, 263 (Sacomã)

– Rua Domingos de Moraes, 2408 (Santa Cruz)

– Rua Teodoro Sampaio, 2543 (Faria Lima)

  • Lojas Mel em São Bernardo

– Rua Marechal Deodoro, 793

 

  • Barracas do roupadecao.blogspot.com.br

– Praça da República (aos domingos)

– Praça Santo Eduardo, na Vila Maria (às quintas e sábados)

 

Hospitais 24h em São Paulo e Guarulhos

Bem verdade que gostaríamos de nunca precisar. Mas, infelizmente, problemas de saúde ocorrem e é sempre bom ter uma referência de hospital. Pensando nisso, listei abaixo hospitais que ficam abertos 24 horas em São Paulo e Guarulhos. Eles estão separados por região.

  • Zona Sul

Sena Madureira(Vila Mariana) – Rua Sena Madureira, 898, tel: 5572-8778/5907-8668,  senamadureira.com

Pet Care (Ibirapuera) – Avenida República do Líbano, 270, tel: 3050-2273, petcare.com.br

Pet Care (Morumbi) – Avenida Giovanni Gronchi, 3001, tel: 3740-2152, petcare.com.br

Instituto Dog Bakery (Itaim Bibi) – Avenida Nove de Julho, 4.493, tel: 3057-0200, institutodogbakery.com.br

  • Zona Oeste

Hospital Veterinário Rebouças (Jardim Paulista) – Avenida Rebouças, 861, tel: 3062-3011, vetreboucas.com.br

Pompéia Clínica (Pompéia) – Avenida Pompéia, 737, tel: 3673-9455

  • Zona Leste

Tigre D’Água (Vila Matilde) – Rua Joaquim Marra, 1.397, tel: 2651-6199/9879

Animaniac’s (Vila Matilde) – Avenida Pasteur, 50, tel: 2653-1667, animaniacs.com.br

Center Dog Veterinário (Mooca) – Rua Cel. Joviniano Brandão, 627, tel: 2274-3632, centerdog.com.br

  • Zona Norte

Hospital Santa Inês (Santana) – Avenida Santa Inês, 1.357, tel: 2265-6911, santainesvet.com.br

Pet Center Marginal (Pari) – Rua Guarantã, 55, tel: 2797-7400, petcentermarginal.com.br

  • Guarulhos

São Francisco (Vila Progresso) – Avenida Ns. Mãe dos Homens, 692, tel: 2229-0026/2937-2600, saofranciscoclinica.com.br

Bom Clima (Bom Clima) – Avenida Tiradentes, 3061, tel: 2229-9784, hovetbomclima.com.br

Hospedagem em pousada pet friendly

 

João, o hostess da pousada Pura Vida
João, o hostess da pousada Pura Vida

Nas nossas últimas férias, em agosto desse ano, eu e meu marido levamos dois dos nossos filhos, o Toddy e a DJ, para uma pousada pet friendly em Maresias, São Paulo.

A experiência foi ótima, uma verdadeira viagem em família. A pousada, que se chama Pura Vida, oferece uma hospedagem digna para quem tem filhos de quatro patas. Os cães ficam nos quartos com os donos e podem circular nas áreas comuns, desde que presos na coleira. Eles cobram uma taxa única de R$ 25 por animal.

Logo na entrada, você já se encanta com o hostess do local, o João. Um simpático golden retriever, bastante tranquilo. Na pousada, também mora um gatinho. Fotos de hóspedes de quatro patas no mural e um pote com biscoitos caninos na recepção mostram que os donos, realmente, querem receber bem os nossos filhos cães.

Chegamos a ver algumas outras opções de pousadas que se dizem pet friendly. Em algumas delas, os cachorros ficam em canis, outras dizem que só aceitam animais pequenos. Vocês acreditam? Para mim, esses não são locais, que por essência, são receptivos com os cães. Eu nunca deixaria meus filhos num canil. E nessas que só aceitam cães pequenos também não poderia me hospedar com eles, que têm tamanhos médio e grande.

Nossos dias por lá – Nós nos hospedamos na suíte Flat Acqua. Gostei do espaço. O quarto tem uma cozinha conjugada com uma pequena sala, além de um quintalzinho com um ofurô. Pura diversão. Meu marido chegou a entrar com eles no ofurô. O Toddy ficou com um pouco de medo, para nossa surpresa, mas a DJ pareceu ter gostado.

Banho de ofurô. O Toddy ficou com medo *rs*
Banho de ofurô. O Toddy ficou com medo *rs*

Para que a gente pudesse curtir a praia sozinhos, logo após o café da manhã, saíamos com os dois para um passeio grande. Eles voltavam devidamente exercitados e cansadinhos e só então íamos para a praia.

Passeio matinal na praia
Passeio matinal na praia

A ideia era que eles não latissem enquanto estavam sozinhos, e conseguimos ficar, 4h, 5h fora sem problemas. Por nossa conta, chegamos a deixar o número dos nossos celulares na recepção para o caso de latidos incômodos, mas nem tivemos problemas. À noite, fazíamos o mesmo esquema, saíamos com os dois para passear antes do jantar. Perfeito, após o passeio, eles dormiam como anjinhos.

Enfim, foi uma ótima experiência. Recomendo.

 

 

Xixi no lugar certo

Para inaugurar a troca de experiências no Meu Filho Cão, vou contar como resolvi um dos problemas mais comuns entre donos de cães de estimação: o xixi.

Quando adotamos o Toddy, ele, como bom macho jovem e não castrado, fazia xixi por toda a casa. Tapetes, cortinas e pés das mesas eram os alvos preferidos do meu galã.

Flagrante do xixi no lugar certo.
Flagrante do xixi no lugar certo.

Orientada por uma adestradora, comecei a usar um método baseado no reforço positivo.

O primeiro passo foi escolher um local longe da água e da comida. Os cães são bichos limpinhos e não gostam de fazer suas necessidades no local onde comem.

Fiz um quadrado grande com um tapete higiênico e jornais na lavanderia. Quando conseguia flagrar um xixi certo, muitos “parabéns” e recompensa com petisco. Se ele errava, eu ignorava totalmente, tirava-o do ambiente e limpava.

Nesse ponto, uma questão importante, não havia broncas, só elogio quando ele acertava. Diz o especialista em comportamento animal Alexandre Rossi no livro “Adestramento Inteligente”: “Os donos não percebem, mas muitas vezes, ao dar uma bronca em seus cachorros, estão lhes dando exatamente o que pretendiam: atenção! Outros entendem que fazer xixi é errado e começam a se aliviar somente quando não estamos olhando ou em locais escondidos”.

Também tentava, quando ele se aproximava do jornal, falar diversas vezes a palavra “xixi”. Sinceramente, não tenho certeza se ele associou o ato à palavra, mas fato é que bem pouco tempo depois, cerca de 15 dias, já quase não havia xixi em lugar errado.

Confinamento

Durante esse curto período de treinamento, tentei também deixá-lo confinado na “área do xixi” após as refeições. O que muitos adestradores dizem é que criar uma rotina é legal. Por exemplo, comida-água-xixi.

Gente, que dó. Mesmo ficando no mesmo ambiente que ele essa tática não deu certo. Ele ficava me olhando com uma cara de “ué, por que a gente está aqui?” E não rolou um xixi sequer.

Mas, tudo bem, o outro exercício deu certo. Lógico, requer um pouco de dedicação correr atrás do filho cão sempre quando ele se dirige ao local do “crime”. Porém, melhor fazer isso por alguns dias do que encontrar xixi pela casa toda, né?

Ah, e nunca deixei de dar “parabéns”, vez ou outra, pelo xixi no lugar certo.

Meus filhos cães

Montagem_VALEOlá, pais e mães de filhos cães. Neste primeiro post, vou apresentar a vocês meus quatro grandes amores. São eles: a DJ, o Toddy, o Ozzy e o Theo.

Os dois primeiros vivem na minha casa. São dois vira-latas, com aproximadamente dois e três anos, respectivamente. E os dois últimos moram na casa dos meus pais e têm, por ordem, 12 e dois anos. O Ozzy é um cocker e o Theo, um vira-lata, ou SRD, como alguns hoje gostam de chamar.

O Ozzy é o primogênito. Dos quatro, foi o único que peguei filhote. Uma gostosura de lindo. Hoje é o nosso vovô.

A segunda a chegar à família Pinheiro foi a DJ. Resgatei-a das ruas em 4 de março de 2011. Havia sido atropelada nas proximidades da casa dos meus pais e estava bem machucada. Cuidei e dei muito carinho e hoje minha menina está ótima. Sempre pronta a aprender um novo comando.

No Natal de 2011 veio o Toddy, o nosso galã. Convenceu pela persistência que deveria ser o terceiro filho. “Perseguiu” meu marido e a DJ pelas ruas do nosso bairro e quando eles entraram no prédio ficou “esperando” do lado de fora do portão. Dava para resistir?

Nosso caçulinha é o Theo, que eu e meu marido resgatamos em 6 abril deste ano. Perambulava errante pela rua da minha casa. Não sabia direito como atravessar e, certamente, seria atropelado se alguém não o adotasse. Hoje é o companheiro do Ozzy e vive feliz numa casa com um grande quintal.

Resumidamente, essa é a história da família Pinheiro. Cada um com sua personalidade me proporciona muita alegria. E motivada pela convivência com eles que resolvi criar o Meu Filho Cão, um espaço para trocar ideias e experiências com outras lindas famílias caninas.